sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

25 de dezembro: dia universal da hipocrisia



Crianças famintas em todo o mundo somente são lembradas na hipocrisia do dia 25 de dezembro, no chamado "Natal". Lembra-se o nascimento de alguém de quem ninguém tem certeza da existencia, fala-se em solidariedade, mas no dia seguinte ninguém lembra que no planeta ainda se morre de fome, mesmo que existam tecnologias para impedir que isso ocorra.


Nesta data cristã, branca proprietária e ocidental de hipocrisia( responsável pela fome, miséria e industria da guerra),postamos um pequeno e excelente artigo do professor Mário Maestre:


Por que não festejo e me faz mal o Natal
Mário Maestri*

Não festejo e me faz mal o natal por diversas razões, algumas fracas, outras mais fortes. Primeiro, sou ateu praticante e, sobretudo, adulto. Portanto, não participo da solução fácil e infantil de responsabilizar entidade superior, o tal de "pai eterno", pelos desastres espirituais e materiais de cuja produção e, sobretudo, necessária reparação, nós mesmos, humanos, somos responsáveis.

Sobretudo como historiador, não vejo como celebrar o natalício de personagem sobre o qual quase não temos informação positiva e não sabemos nada sobre a data, local e condições de nascimento. Personagem que, confesso, não me é simpático, mesmo na narrativa mítico-religiosa, pois amarelou na hora de liderar seu povo, mandando-o pagar o exigido pelo invasor romano: "Dai a deus o que é de deus, dai a César, o que é de César"!

O natal me faz mal por constituir promoção mercadológica escandalosa que invade crescentemente o mundo exigindo que, sob a pena da imediata sanção moral e afetiva, a população, seja qual for o credo, caso o tenha, presenteie familiares, amigos, superiores e subalternos, para o gáudio do comércio e tristeza de suas finanças, numa redução miserável do valor do sentimento ao custo do presente.

Não festejo e me desgosta o natal por ser momento de ritual mecânico de hipócrita fraternidade que, em vez de fortalecer a solidariedade agonizante em cada um de nós, reforça a pretensão da redenção e do poder do indivíduo, maldição mitológica do liberalismo, simbolizada na excelência do aniversariante, exclusivo e único demiurgo dos males sociais e espirituais da humanidade.

Desgosta-me o caráter anti-social e exclusivista de celebração que reúne egoísta apenas os membros da família restrita, mesmo os que não se frequentaram e se suportaram durante o ano vencido, e não o farão, no ano vindouro. Festa que acolhe somente os estrangeiros incorporados por vínculos matrimoniais ao grupo familiar excelente, expulsos da cerimônia apenas ousam romper aqueles liames.

Horroriza-me o sentimento de falsa e melosa fraternidade geral, com que a grande mídia nos intoxica com impudícia crescente, ano após ano, quando a celebração aproxima-se, no contexto da contraditória santificação social do egoísmo e do individualismo, ao igual dos armistícios natalinos das grandes guerras que reforçavam, e ainda reforçam - vide o peru de Bush, no Iraque - o consenso sobre a bondade dos valores que justificavam o massacre de cada dia, interrompendo-o por uma noite apenas.

Não festejo o natal porque, desde criança, como creio para muitíssimos de nós, a festa, não sei muito bem por que, constituía um momento de tensão e angústia, talvez por prometer sentimentos de paz e fraternidade há muito perdidos, substituindo-os pela comilança indigesta e a abertura sôfrega de presentes, ciumentamente cotejados com os cantos dos olhos aos dos outros presenteados.

Por tudo isso, celebro, sim, o Primeiro do Ano, festa plebéia, aberta a todos, sem discursos melosos, celebrada na praça e na rua, no virar da noite, ao pipocar dos fogos lançados contra os céus. Celebro o Primeiro do Ano, tradição pagã, sem religião e cor, quando os extrovertidos abraçam os mais próximos e os introvertidos levantam tímidos a taça aos estranhos, despedindo-se com esperança de um ano mais ou menos pesado, mais ou menos frutífero, mais ou menos sofrido, na certeza renovada de que, enquanto houver vida e luta, haverá esperança.

*Artigo do professor e historiador Mário Maestri, publicado originalmente no portal La Insignia, em dezembro de 2006.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Então é Natal...



CONSUMINDO(NOS)*
Esther Vivas**

( Trad. Português, Paulo Marques)***

Ano após ano se repete o mesmo ritual: chega o Natal e com ele os cânticos ao consumo e e compra sem limites. Nos dizem que necessitamos mais para ser mais felizes. Mas, isso é certo? Na realidade, e em um contexto de crise ecológica e climática global, de transbordamento dos limites do planeta, de desperdício coletivo…, deveríamos repensar nosso modelo de consumo e avançar no sentido de uma cultura de “ melhor com menos”, combatendo um consumo excessivo, antiecológico, supérfluo e injusto, promovido pelo mesmo sistema capitalista.

Entretanto, mais além da ação individual, que tem um valor demostrativo importante e que aporta coerência a nossa prática cotidiana, é fundamental a ação política coletiva, rompendo o mito de que nossas ações individuais por si mesmas geram mudanças estruturais. No ambio do consumo, por exemplo, podemos participar em grupos e cooperativas de consumo agroecológico, que a partir de um trabalho autogestionado, estabelecem relações diretas entre consumidores e trabalhadores rurais, evitando intermediários, promovendo relações de confiança e levando a cabo um consumo ecológico, solidário e de apoio ao mundo rural.

Mas é fundamental que esta ação política transcenda o âmbito do consumo, ir mais além, e estabelecer alianças entre diferentes setores afetados pela globalização capitalista e atuar politicamente. A situação de crise sistêmica do capitalismo, com suas distintas facetas: ecológica, financeira, alimentar, de cuidados, energética… faz mais necessário que nunca esta ação política coletiva. A criação de alianças entre trabalhadores rurais e urbanos, mulheres, imigrantes, jovens… é uma condição indispensável para avançar para esse “ outro mundo possível” que preconizam os movimentos sociais.

Com este objetivo diferentes organizações estão convocando uma greve de consumo para o próximo 21 de dezembro. Se trata de não adquirir nenhum produto ou serviço durante esse dia para expressar um rechaço claro a um sistema capitalista que nos têm conduzido a uma crise global sem precedentes, e que conta com o apoyo explícito de governos e instituições, mais interessadas em privatizar os serviços públicos, cortar salários e ajudar os bancos e as empresas privadas, que em apoiar quem mais necessita.

Motivos para sair as ruas não faltam, mas sobram.





*Esther Vivas é co-autora d Del campo al plato (Icaria ed., 2009). 
**Artígo publicado en El Punt, 18/12/2010.
*** Traduzido para o blog www.brasilautogestionario.org

Venezuela construindo uma Democracia substantiva






Promulgada Ley Orgánica del Poder Popular


Sancionada por la Asamblea Nacional el viernes 10 de diciembre y publicada en la Gaceta Oficial Extraordinaria número 6.011
Este martes fue promulgada la Ley Orgánica del Poder Popular, cuya finalidad es el fortalecimiento de la organización del pueblo, en función de consolidar la democracia protagónica y revolucionaria y construir las bases de la sociedad socialista, democrática, de derecho y justicia social.

Dicha ley fue sancionada por la Asamblea Nacional el viernes 10 de diciembre y publicada en la Gaceta Oficial Extraordinaria número 6.011.

El texto sirve de basamento legal para desarrollar y consolidar el poder popular, a través de diversos mecanismos de participación y organización establecidos en la Constitución, primordialmente, pero también en uso de aquellas iniciativas que surjan del poder popular.

Con esta ley, el pueblo soberano ejercerá pleno derecho participativo y gestión social en lo político, económico, social, cultural, ambiental, internacional y en todo el ámbito de desenvolvimiento y desarrollo de la sociedad.

Otro de los fines del poder popular expresados en el texto es que el pueblo organizado podrá coadyuvar con las políticas de Estado en todas sus instancias, con la finalidad de actuar coordinadamente en la ejecución del Plan de Desarrollo Económico y Social de la Nación.

En la ley se definen claramente las instancias y acciones sociales a través de los que las ciudadanas y ciudadanos pueden asumir directamente la gestión de proyectos, realizar contraloría social, organizarse a los fines de tomar decisiones colectivas, y de esta manera ser partícipes activos y tener diversos ámbitos de aplicación del poder que les fue otorgado.

Estas instancias son: asamblea de ciudadanos y ciudadanas, autogestión, cogestión, comunidad, comunidad organizada, control social, corresponsabilidad, Estado comunal, instancias del poder popular, organizaciones de base de poder, planificación participativa, presupuesto participativo, sistema económico comunal y socialismo.

Este último tiene como base fundamental la recuperación del valor del trabajo como productor de bienes y servicios para satisfacer las necesidades humanas y lograr la suprema felicidad social y el desarrollo humano integral.

En las disposiciones finales del decreto de ley se establece que las instancias del poder popular preexistentes a la entrada en vigencia de esta ley adecuarán su organización y funcionamiento a las disposiciones de la misma, en un lapso de 180 días contados a partir del 21 de diciembre.

Asimismo, hasta tanto se dicte el reglamento de ley, todo Ministerio del Poder Popular con competencia en participación ciudadana se encargará de establecer los lineamientos en lo relativo al funcionamiento de las organizaciones preexistentes.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Raul Castro: " Não fui eleito para restaurar o capitalismo e entregar a revolução"





QUIERO PEREFECCIONAR EL SOCIALISMO: Durísimo discurso de Raúl Castro ante la Asamblea Nacional de Cuba…..

El presidente de Cuba, Raúl Castro, afirmó hoy en un crítico y severo discurso que es preciso que el país y sus dirigentes rectifiquen los errores cometidos porque, de lo contrario, la Revolución y el esfuerzo de generaciones enteras se hundirá. "O rectificamos o ya se acaba el tiempo de seguir bordeando el precipicio, nos hundimos, y hundiremos el esfuerzo de generaciones enteras", aseveró Castro ante la Asamblea Nacional de Cuba.

Durante su alocución de más de dos horas, Castro efectuó una revisión de los errores cometidos en el país, fue crítico con las malinterpretaciones del socialismo y anunció una actitud muy exigente con todos los dirigentes con vistas al proceso de reformas que enfrenta la isla.

Llamó a desterrar definitivamente el secretismo y la mentira entre los cuadros dirigentes del país y advirtió que quien miente "debe ser removido definitiva y no temporalmente del cargo que ocupa" e incluso ser separado de las filas del Partido Comunista.

El presidente cubano enfatizó que los acuerdos del Gobierno deben cumplirse y no convertirse en letra muerta e insistió en que repetir errores pone en juego "la vida de la revolución". El gobernante citó en varias ocasiones a su hermano y ex presidente Fidel Castro, y cuestionó por qué algunas de sus "orientaciones" e "instrucciones" en materia económica no fueron cumplidas en las últimas décadas.

"Nos faltó cohesión, organización y coordinación entre el Partido y el Gobierno", indicó Castro, quien anunció que el próximo año se analizarán modificaciones en los métodos de trabajo del PCC. "El Partido debe dirigir y controlar y no interferir en las actividades del Gobierno a ningún nivel", resaltó. Sobre la aplicación de su plan de reformas económicas, dijo que los adversarios de la revolución realizan campañas para advertir que ese proceso será un fracaso y está siendo recibido en la isla con escepticismo.

En respuesta, subrayó que él no fue elegido presidente de la isla para restaurar el capitalismo en Cuba ni para entregar la revolución sino para continuar perfeccionando el socialismo. "Es mucha la sangre derramada por nuestro pueblo para aceptar el desmantelamiento de lo logrado al precio de tanto sacrificio", aseveró.

Durante una revisión de algunos de los principales errores cometidos en las últimas cinco décadas en la isla, Castro señaló que varios de los problemas actuales tuvieron su origen en medidas de distribución que implantaron el igualitarismo.

Tras aseverar que la revolución tiene plena conciencia de los errores cometidos, subrayó que los nuevos lineamientos del Partido, que resumen la política de reformas de su Gobierno, señalan el rumbo al futuro socialista.

Crecimiento del PIB

El discurso de Raúl Castro vino después de que el Gobierno cubano reconociera que el Producto Interior Bruto (PIB) del país crecerá un 3,1% un año en que las exigencias para hacer avanzar la maltrecha economía de la isla serán "mucho mayores", según advirtió el Ejecutivo.

El ministro de Economía, Marino Murillo, ofreció hoy estos datos ante la Asamblea Nacional que, con la asistencia del presidente Raúl Castro, concluye este sábado su segundo y último periodo de sesiones ordinario del año.

La expectativa de crecimiento económico fijada por el Gobierno para el próximo ejercicio supera en un punto al alcanzado en 2010 (2,1%) pero se sitúa por debajo del promedio anual calculado para el plan quinquenal con horizonte 2015, dijo el ministro.

El plenario de la Asamblea Nacional comenzó sus trabajos el pasado miércoles para analizar los resultados del país durante 2010, aprobar los planes económicos para el próximo año y estudiar el proyecto de reformas impulsado por el Gobierno de Raúl Castro para actualizar el modelo socialista.

La ampliación del trabajo privado en la isla como alternativa a la supresión de empleos estatales (unos 500.000 durante el próximo año) son dos de las principales medidas de ese plan de ajustes.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Marcha pela liberdade de Arnaldo Otegi




La plataforma "Arnaldo askatu, politika askatu" ha organizado una marcha a la cárcel de Logroño para el próximo 19 de diciembre y ha hecho un llamamiento a la ciudadanía vasca a que acuda allí ese día para hacer llegar su solidaridad al político elgoibartarra y exigir su puesta en libertad.

ELGOIBAR-. La plataforma "Arnaldo askatu, politika askatu", ha fijado una cita el próximo 19 de diciembre, domingo, a las 12.00 del mediodía ante la cárcel de Logroño, donde se encuentra encarcelado el dirigente independentista desde octubre de 2009.

De esta manera la plataforma, que congrega a ciudadanos y ciudadanas que no representan a ningún partido político o sindicato, pretende hacer llegar su apoyo y solidaridad a Otegi, exigir su puesta en libertad y denunciar su encarcelamiento, tras el cual ven una decisión política.

Los integrantes de esta iniciativa popular han presentado hoy los pormenores de la marcha en una comparecencia en Elgoibar, en la que han hecho hincapié en que la marcha está autorizada por la delegación del Gobierno español en La Rioja y han hecho un llamamiento a la ciudadanía vasca a que acuda ese día a la prisión de Logroño, en autobuses o en coches particulares.

La plataforma entiende que para que el proceso de paz se ponga en marcha es necesario que Arnaldo Otegi esté en la calle y cree que el motivo por el que el Gobierno español lo mantiene preso es su deseo de entorpecer el proceso.

En la comparecencia han presentado la canción y el videoclip que Irun Lion Zion ha elaborado con artistas y músicos como Fermín Muguruza y Bad Sound System, entre otros. La canción se pueden descargar desde la página impulsada por la plataforma, www.arnaldotegi.com, mientras que el vídeo se puede ver en www.muguruzafm.com y en Youtube.
http://www.gara.net/azkenak/12/237405/es/llaman-acudir-19-noviembre-carcel-logrono-solidaridad-arnaldo-otegi

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Ato em Madri pela libertação imediata de Arnaldo Otegi








Acto político por la Libertad de Arnaldo Otegi

Este viernes 10 de diciembre a las 19:30 en el local situado en la calle Fe nº 10 ( metro Lavapies) tendrá lugar un acto convocado por "Campaña Internacional por la Libertad de Arnaldo Otegi" en el que podremos contar con la presencia de algún familiar del mismo , el hermano de Jon Paredes Manot "Txiki", Andres Sorel, Begoña Lalana y Doris Benegas.

Os invitamos a tod@s a asisitir!

FARC anunciam libertação de 5 prisioneiros e a entrega à Piedad Córdoba



El Tiempo / ANNCOL

Liberarán al mayor de la Policía Guillermo Solórzano, al cabo del Ejército Salín Sanmiguel, al infante de marina Henry López Martínez, y a los presidentes de los concejos municipales de San José del Guaviare, Marcos Vaquero y de Garzón Huila, Armando Acuña, como gesto de "desagravio a la senadora de la Paz".



El Secretariado del Estado Mayor de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia- Ejército del Pueblo (FARC-EP) anunció en una carta pública dirigida a la senadora Piedad Córdoba, difundida este 8 de diciembre a través de la Agencia de Noticias Nueva Colombia (ANNCOL) que liberarán al mayor de la Policía Guillermo Solórzano, al cabo del Ejército Salín Sanmiguel, al infante de marina Henry López Martínez, y a los presidentes de los concejos municipales de San José del Guaviare, Marcos Vaquero y de Garzón Huila, Armando Acuña, como gesto de "desagravio a la senadora de la Paz", que ha sido objeto de persecución y hostigamiento incesante de parte del establecimiento colombiano y fue recientemente inhabilitada de sus funciones como senadora por el Procurador General de la República, una retaliación que ha valido la condena internacional y ha aumentado si cabe el reconocimiento de una de las personalidades que más esfuerzos ha realizado para allanar el camino del intercambio humanitario y de la paz dialogada y con justicia social en Colombia.

Aunque no especifican la fecha de la liberación, las Farc señalan que dependerá de "las garantías que otorgue el Gobierno para que la senadora Córdoba pueda recibir a los que serán liberados".

"La sanción contra Piedad Córdoba es inmoral e injusta, prejuiciada, y dictada por los más aviesos intereses políticos. El país nacional, que hastiado del guerrerismo del Estado, anhela paz, debe rodear a la senadora y acompañarla en su marcha resuelta tras este objetivo. Si persiste la injusticia, nadie podrá impedir que se levante en Colombia un poderoso movimiento por la paz liderado por sus hijos e hijas más preclaros", dice el comunicado.

Las Farc también aseguran que mantiene el interés de hacer un canje de prisioneros.

Uno de los posibles liberados es el mayor de la Policía, Guillermo Javier Solórzano Julio, un cartagenero que tiene 34 años y es padre de una hija. Ingresó a la Policía en 1993 y ha prestado servicio en los departamentos de Policía de Bolívar, Cauca y Valle y en la Dirección de Inteligencia, en su hoja de vida reposan 97 condecoraciones y menciones especiales.

En el momento de su apresamiento era Capitán y estaba al comando de de la Estación de Policía de Florida (Valle). Las Farc lo tomaron como rehén la noche del 4 de junio de 2007 en zona rural del municipio de Miranda (Cauca), junto con el comerciante Humberto Loaiza, empresario dedicado a la explotación de chance y lotería, y a su hijo Carlos Humberto de 18 años.

El empresario Loaiza y su hijo ya fueron liberados y el Mayor Solórzano fue incluido en la lista de militares y policías que las Farc quieren cambiar por guerrilleros presos.

"Nosotros esperamos ahora que el gobierno facilite las cosas y permita la entrega de los secuestrados a la señora Piedad Córdoba", afirma Angelica López, esposa de Salim Sanmiguel Valderrama, cabo del Batallón Jaime Rook, adscrito a la Sexta Brigada con sede en Ibagué.

Este suboficial de 26 años, oriundo de Ibagué fue capturado por las Farc el 23 de mayo d 2008 en zona rural del municipio de Cajamarca (Tolima), cuando desarrollaba operaciones militares en la zona de El Tambo.

"Ojalá que el gobierno le de la atuorización a doña Piedad para que ella pueda seguir adelante con los trámites de la liberación de mi esposo y de los demás secuestrados", agrega Angelica López, que reside en Bogotá. Dice que toda la familia del suboficial está feliz con el anuncio y "no caben de la dicha".

"Estos han sido años muy difíciles, de mucho sufrimiento por no saber qué suerte ha corrido Salim", dice Angelica, y explica que la última prueba de supervivencia la tuvo su familia en abril pasado.

Por su parte Hilda Valderrama, tía del cabo Salim Sanmiguel, residenciada en Ibagué, confía que la liberación se de de manera rápida par que el cabo "pueda pasar la Navidad y fin de año con su familia".

"Nosotros ahora le estamos pidiendo a Dios para que todo el trámite de la liberación no tenga obstáculos, o si los hay, se puedan solucionar para ponerle fin a este sufrimiento", afirma la tía del cabo.

Reproducimos a continuación el contenido completo de la carta enviada (sin editar) a la senadora Córdoba:

Doctora
PIEDAD CÓRDOBA
Bogotá
Cordial saludo

Impulsados por el más justificado imperativo ético nos dirigimos a usted para expresarle, en este momento crucial de su vida política, nuestra solidaridad incondicional frente al brutal atropello de la Procuraduría General de la Nación contra su esfuerzo humanitario por la paz de Colombia.

La decisión del Procurador Alejandro Ordoñez es un verdadero esperpento jurídico y político, originado en la presión enfermiza, el odio y la retaliación del ex presidente Uribe, jefe indiscutible, impune hasta ahora, del paramilitarismo y la para - política en Colombia.

El país nacional no puede permitir que se abra paso la absurda criminalización de la búsqueda de la solución política del conflicto. Ordoñez actúa contra derecho. Es más prevaricador que Procurador. Al inhabilitar por 18 años a la senadora, pretendiendo su muerte política, no sólo se extralimita usurpando funciones propias del Consejo de Estado; además sustenta su miserable decisión en los supuestos datos de un computador, que no pueden constituir prueba jurídica, porque fueron previamente manipulados por la policía, violándose así la cadena de custodia.

En este caso no hay derecho a la defensa ni al debido proceso. Nadie ha vencido en juicio a Piedad Córdoba. Constituye una paradoja que los funcionarios delincuentes que la espiaban para incriminarla, ahora huyan hacia el exterior intentando burlar la acción de la justicia.

La actuación del “Prevaricador General”, que convierte en delito la lucha por la paz, lo evidencia como mandadero torpe e incauto. La senadora Córdoba no solamente actuaba con el aval del ejecutivo; ella ha obrado en el marco de la Constitución, que consagra como derecho y deber, la búsqueda de la paz.

El engañoso término de la FARC-política fue una invención del cabecilla paramilitar que ocupó la presidencia de la República durante ocho años, como desesperado recurso para desviar la atención sobre su responsabilidad penal en caso de la para - política.

El proceso de la para-política está referido a votos y a proselitismo armado de grupos paramilitares a favor de unas candidaturas al Congreso. El jefe paramilitar, Salvatore Mancuso, se ufanó en su momento de que su facción había logrado elegir más del 30 por ciento de los congresistas colombianos. El paramilitarismo también contribuyó a elegir al presidente de la República en dos oportunidades, a través de presiones, fraudes electorales y financiación en dólares.

No puede haber proceso de FARC-política, porque nunca hemos orientado votar por Piedad Córdoba. No hemos participado en debates electorales desde que la intransigencia oligárquica del país masacrara a la Unión Patriótica.

En el intercambio epistolar sostenido con la senadora en torno a la solución política del conflicto, siempre hemos sostenido que el acuerdo de paz que surja de la mesa de conversaciones FARC-gobierno, debe ser refrendado por una Asamblea Nacional Constituyente, que le dé fuerza constitucional a los mismos, a fin de que se asegure por esa vía, la aclimatación de la paz. En el manifiesto de las FARC, documento en el que exponemos la Plataforma Bolivariana por la Nueva Colombia, invitamos al país a trabajar por la construcción de una alternativa política hacia la paz, propósito que hoy reiteramos.

La sanción contra Piedad Córdoba es inmoral e injusta, prejuiciada, y dictada por los más aviesos intereses políticos. El país nacional, que hastiado del guerrerismo del Estado, anhela paz, debe rodear a la senadora y acompañarla en su marcha resuelta tras este objetivo. Si persiste la injusticia, nadie podrá impedir que se levante en Colombia un poderoso movimiento por la paz liderado por sus hijos e hijas más preclaro s.

Como un gesto de humanidad y de desagravio a la senadora de la paz , liberaremos a los siguientes cinco prisioneros: Mayor de la policía Guillermo Solórzano, Cabo del ejército Salín Sanmiguel, Infante de marina Henry López Martínez, y a los presidentes de los consejos municipales de San José del Guaviare Marcos Vaquero y de Garzón Huila Armando Acuña, estos últimos investigados por las FARC por corrupción . La decisión está tomada y la fecha dependerá de las garantías que otorgue el gobierno para que la senadora Córdoba pueda recibir a los que serán liberados.

Nuestra lucha por el canje de prisioneros de guerra se mantiene. No cejaremos en el propósito de buscar la liberación de Simón Trinidad -arquetipo del decoro y la firmeza del revolucionario fariano, y el retorno de los nuestros, desde las cárceles del régimen y del imperio, a los campamentos insurgentes. Para todos ellos nuestro mensaje de aliento y esperanza.

Senadora Piedad Córdoba: compartimos con usted y con la inmensa mayoría de nuestros compatriotas, que la guerra no puede ser el futuro de Colombia.

Secretariado del Estado Mayor Central de las FARC - EP


Montañas de Colombia, diciembre de 2010

Arnaldo Otegi absolvido


JUICIO POR EL ACTO DE ANOETA
La AN absuelve a Otegi, Permach y Álvarez por el acto de Anoeta

La Audiencia Nacional española ha absuelto a Arnaldo Otegi, Joseba Permach y Joseba Álvarez del delito de "enaltecimiento del terrorismo" que les imputaban por el acto del Velódromo de Anoeta de noviembre de 2004.

# Sentencia íntegra

GARA


MADRID-. La Sección Segunda de la Sala de lo Penal de la Audiencia Nacional española ha absuelto a Joseba Permach, Joseba Álvarez y Arnaldo Otegi del delito de "enaltecimiento del terrorismo", por el que la Fiscalía reclamaba 18 meses de prisión y el Foro de Ermua dos años de cárcel.

El tribunal ha acordado la absolución al entender que existen "serias dudas" de que Permach, Otegi y Álvarez exhibieran imágenes de militantes de ETA y repartieran boletines de la organización armada, como sostenían las acusaciones.

La Sala afirma que en el Derecho penal la responsabilidad sólo se puede exigir a los autores concretos del hecho delictivo y no se puede extender esa responsabilidad a los realizados por terceros.

Los tres dirigentes independentistas fueron juzgados el 12 y 13 de noviembre por su participación en el acto que tuvo lugar el 14 de noviembre de 2004 en el Velódromo de Anoeta, en el que la izquierda abertzale presentó su propuesta de resolución del conflicto.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Antes da Tormenta






DOcumentário inédito feito nas selvas Colombianas com Mono Jojoy, comandante das FARC assassinado alguns meses após a realização deste documentário. Um documento importante que mostra a realidade nunca vista sobre a luta insurgente dos farianos.

Reflexões do Comandante




Hay muchas cosas de las cuales hablar cuando Estados Unidos está envuelto en un colosal escándalo como consecuencia de los documentos publicados por Wikileaks, cuya autenticidad -independientemente de cualquier otra motivación de ese sitio web- nadie ha puesto en duda.

Sin embargo, nuestro país en este instante está inmerso en una batalla contra el cólera en Haití, que a su vez se convierte en amenaza para los demás pueblos de América Latina y otros del Tercer Mundo.

En medio de las consecuencias de un terremoto que mató o hirió a más de medio millón de personas y causó una enorme destrucción, se desató la epidemia que, casi de inmediato, fue agravada por el azote de un huracán.

El número de personas afectadas por la enfermedad se elevaba ayer, 29 de noviembre, a 75 mil 888, de las cuales la Brigada Médica Cubana atendió a 27 mil 015, con 254 fallecidos para el 0.94%. El resto de las instalaciones hospitalarias estatales, ONGs y privados, atendieron a 48 mil 875, de las cuales fallecieron 1 721 para el 3.03%.

Hoy, 30 de noviembre, la Misión Médica Cubana, que cuenta por cierto con 201 graduados de la Escuela Latinoamericana de Medicina, atendió a 521 pacientes de cólera para sumar un total de 27 536.

El pasado domingo, 28 de noviembre, llegaron al Centro de Tratamiento al Cólera del hospital de referencia comunitario situado en la comuna L’Estere del Departamento Artibonite, 18 personas en estado muy crítico, procedentes de una subcomuna llamada Plateau, las que fueron atendidas inmediatamente por los 11 médicos y 12 enfermeras de la Brigada Médica Cubana que allí labora. Afortunadamente, pudo preservarse la vida de todos.

El lunes 29 llegaron desde la misma subcomuna 11 casos más, entre ellos, un niño de cinco años cuyos padres habían fallecido por cólera. Pudo de nuevo preservarse la vida de los mismos.

Ante tal situación, el Dr. Somarriba, jefe de la Misión Médica, decidió el envío de un vehículo todo terreno con 5 médicos, 2 enfermeras, un enfermero y un rehabilitador a la subcomuna, con los recursos necesarios para atender con urgencia los casos.

De los cinco médicos, cuatro son graduados de la ELAM: una uruguaya, un paraguayo, un nicaragüense, un haitiano y el jefe de la brigada cubana del departamento de Artibonite.

Recorrieron seis kilómetros por carretera, caminaron seis más por terraplén, y finalmente otros dos kilómetros por terreno abrupto con todo el equipamiento y los recursos encima para llegar a la subcomuna.

Plateau está situada entre cinco montañas con casas humildes agrupadas en tres puntos; se calcula que el número de habitantes se aproxima a cinco mil. No hay calles, ni electricidad, ni comercios según informaron, y solo una iglesia protestante.

La población, de pobreza extrema, se dedica fundamentalmente al cultivo de maní, millo, frijol y calabaza.

Cuando llegaron a Plateau, el pastor de la iglesia se brindó para organizar dentro de la misma el Centro de Tratamiento, con seis catres y cuatro bancos de los fieles, que permite ingreso de urgencia a 10 personas.

Hoy ingresaron ocho, tres en estado crítico.

Los vecinos comunican que han fallecido alrededor de 20. Esos datos no aparecen en la cifra oficial de fallecidos. Durante la noche trabajarán con las linternas que portaron.

La Misión decidió crear un Centro de Atención al Cólera en esa intrincada comunidad, que tendrá 24 camas. Mañana se enviarán todos los recursos, incluyendo la planta eléctrica.

Informa igualmente que los camarógrafos acudieron a la comuna al conocer la noticia.

Hoy no hubo fallecidos, y se abrió un centro más en el norte, para un total de 38 centros y unidades de tratamiento al cólera.

Relato el caso para explicar las circunstancias y los métodos con los que allí se libra la lucha contra la epidemia, que con decenas de fallecidos diariamente se va aproximando a 2 000 víctimas mortales.

Con los métodos de trabajo que se están aplicando y el refuerzo programado, será más difícil que el número de fallecidos continúe al ritmo que llevaba.

Conociendo las pasiones con que los procesos electorales tradicionales se desarrollan, aparte del abstencionismo típico que caracteriza a muchos de ellos, nos preocupaba lo que pudiera ocurrir en Haití en medio de la destrucción y la epidemia. Un principio básico y jamás violado es el respeto a las leyes, los partidos y las creencias religiosas de los países donde prestan sus servicios nuestros médicos o la Brigada “Henry Reeve”.

Nos inquietaron, sin embargo, las versiones ampliamente divulgadas por los medios internacionales de prensa que presentaron un cuadro de violencia generalizada en el país, que estaban lejos de ser realidad. Los observadores internacionales estaban asombrados de aquellas noticias que se divulgaban en el exterior, cuando en verdad los hechos que dieron lugar a los mismos fueron aislados, afectando solo en un reducido porcentaje a los electores que ejercieron su voto.

Los propios líderes que llamaron al pueblo a salir a las calles comprendieron que no era correcto, en medio de la trágica situación del país, la realización de acciones que podían estimular enfrentamientos violentos que harían imposible controlar y derrotar la epidemia.



Si tal objetivo no se logra, esta podría convertirse en endémica y dar lugar a un desastre sanitario en Haití y a una amenaza permanente para el Caribe, así como para la América Latina, donde millones de personas pobres en número creciente se acumulan en las grandes ciudades; también para otras muchas naciones pobres de Asia y África.

No olvidar nunca que Haití debe ser además reconstruido desde sus cimientos, con la ayuda y la cooperación de todos. Es lo que esperamos para su noble y abnegado pueblo.

Fidel Castro Ruz

Noviembre 30 de 2010

9 y 34 p.m.