terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Venezuela mais uma vez nas ruas pela Revolução

A revolução nas ruas com El trem de la Alegria Popular



A campanha pelo SIM, toma conta dos bairros pobres de toda a Venezuela. Através do TREN DE LA ALEGRIA POPULAR se constrói uma campanha que se converte em mais uma etapa da luta pela Revolução Bolivariana, e por isso, torna-se um movimento político de caráter popular e democrático.
Uma caravana da revolução que toma conta da cidade


A Revolução percorre a cidade no Trem da Alegria Popular


O povo venezuelano sabe o que está em jogo na emenda



O SIM da participação e do fortalecimento da Revolução Bolivariana que completou 10 anos


A Alegria Popular da Revolução Bolivariana



Dia 15 novamente o povo decide os rumos do país


Na Venezuela o que vale é o direito a decidir

O povo venezuelano se prepara para mais um exercício de democracia participativa, a realizar-se no dia 15 de fevereiro. Desta vez para decidir sobre a emenda constitucional que permitirá o direito a reeleição do presidente. Diferentemente de outros países ditos "democráticos", na Venezuela, o "direito a decidir" é garantido à todos os cidadãos e cidadãs. É a prática de uma democracia participativa no qual não apenas os "representantes" do povo, através do parlamento decidem, mas sobretudo, é o povo , através do voto secreto e universal quem decide os rumos do país.

Foi assim que em 1998, através do voto popular se pôs fim ao pacto das elites conhecido como "punto fijo", que dominou o pais por mais de 50 anos, com a eleição de Hugo Chávez e o inicio da Revolução Bolivariana. Também através de referendo o povo aprovou a nova constituição, a mais avançada do mundo; derrotou um golpe de estado fascista através da mobilização popular; reelegeu Chávez em 2007; disse não a reforma constitucional; elegeu a mairia dos governadores do PSUV e agora novamente retorna às urnas para decidir se aprova ou não a reeleição do atual presidente. Na Venezuela assim como na Bolívia, o povo é protagonista e não coadjuvante.
É impossivel não comparar a realidade da democracia na América LAtina na atualidade com o que ocorre na Espanha, por exemplo, onde partidos são colocados na ilegalidade, como aconteceu esta semana com a izquierda abertzale no País Basco, processo que foi condenado pela ONU. O "direito a decidir"´parece que está restrito às novas democracias da América LAtina e muito distante das "velhas democracias" Européias.

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