quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

1959-2009 -Revolução Cubana 50 anos

A ilha da dignidade





José Martí: Herói Nacional de Cuba e referência central para a Revolução

A coluna guerrilheira comandada por Che Guevara comemora o ano novo de 1958 na Sierra Maestra, um ano depois ele estará entrando vitorioso em Santa Clara.



QG na Sierra Maestra







Comandantes sempre na linha de frente

Presidente do Banco Central: A direção da Revolução solicitou um "economista" para assumir o Banco Central de Cuba e Che aceitou a tarefa. Perguntado do porquê um médico assumia aquela função, Che respondeu que quando perguntaram ele entendeu que queriam um "comunista" e por isso ele aceitou.

Mulheres da Revolução: A direção do Movimento 26 de julho sempre contou com a presença de destacadas guerrilheiras
Em cada cidade liberada a revolução tornave-se imbatível

CAmilo Cienfuegos, um dos heróis da revolução morre em acidente aéreo nos primeiros dias da vitória. Seu carisma e heroismo nunca foram esquecidos.


Fidel e Camilo Cienfuegos entram em Havana no dia 1 de janeiro de 1959.


Fidel e Che nos primeiros dias da Vitória

O fotógrado Korda denominou essa foto de " El quijote de la farola"


Marcha da vitória em Havana, janeiro de 1959.

Dois anos após a vitória da revolução Fidel comunica ao mundo, junto a multidão na praça da Revolução em Havana, que Cuba é uma República Socialista.


Ele nunca baixou a guarda

Para o Che o trabalho devia adquirir outro sentido, a construção da nova mulher e do novo homem socialista


A educação é prioridade desde os primeiros anos da Revolução : De 1959 a 1960, a parcela de analfabetos caiu de 23,6% para 3,8%. No segundo ano a taxa baixou para 1,9%. Atualmente dos 177 países que fazem parte do relatório de Desenvolvimento Humano da ONU, a ilha figura entre os quatro primeiros com maior índice de alfabetização: 99, 8% dos cubanos acima de 15 anos. Neste quesito, o país está à frente dos EUA, Canadá, Japão, Suiça, França, de prticamente todos os países desenvolvidos. A relação aluno-professor em Cuba está em 10 alunos por professor enquanto nos EUA é 14 e no Brasil a média é 20 alunos por professor. ( Fonte: Revista Caros Amigos, número 33)







Revoulução Cubana entra no século XXI

Os irmãos

A causa da Patria Grande Latinoamericana é o caminho



Uma vida em defesa de uma causa



Filhos da Revolução: Cuba não está sozinha.



Maestro Martí como referência de vida

Saúde: Dos 177 países que mostra o relatório da ONU, Cuba é o que possúi o maior número de médicos per capta, 591 por 100.000 habitantes. Mais que o dobro dos EUA, que tem 256; do que o Canadá, com 214; Japão, com 198; e Brasil, com 115. Antes da revolução eram 92 mpedicos por 100.000habitantes, a maioria baseada nas grandes cidades. ( Fonte; Caros Amigos número 33)
Princípios e valores que nunca morrem


Cada casa uma trincheira de defesa da revolução


A melhor música do mundo está aqui





Orgulho: Um povo que tem orgulho de sua história é um povo que está sempre de cabeça erguida.

Dignidade: A educação é o bem mais precioso


Comandante: Fidel é a alma da revolução


Raúl Castro e as tarefas da Revolução

Um povo que constrói seu futuro jamais ficará de joelhos

50 anos: Ao passado capitalista jamais, a revolução não retrocederá...recém começou...


O Caminho se faz ao caminhar. Essa frase pode muito bem retratar os 50 anos da Revolução Cubana. Uma pequena ilha do Caribe, que servia como Cassino para os Gangsters e mafiosos milionários dos EUA durante décadas, realiza uma Revolução Popular de 1957 a 1959, derruba o ditador de plantão e instaura a primeira República Socialista do continente americano, no quintal do império. Isso não podia ser aceito. Invasões, ataques permanentes, bloqueio econômico de 50 anos, e o povo de Cuba continua seu caminho construindo sua democracia, sua soberania e sua dignidade. Quando comemoramos o cinquentenário da Revolução Cubana, além de destacar as conquistas sociais, erradicação do analfabetismo, saúde, trabalho para todos, o que mais saudamos é a dignidade e a moral do povo cubano. Ilhados literalmente do capitalismo, sofrem em sua vida diária a condeção por tentar viver de forma livre e soberana. O mundo capitalista quer provar que pode derrotar Cuba pela falta de shampoo, de Mac Donalds, de carros GM, mas esse povo teima em não aceitar essa lógica como caminho de felicidade. Constróem seu caminho contrariando tudo isso. Cuba não retrocederá, o ser humano prova que moral e dignidiade ainda são os maiores valores, muito mais que um tenis de marca produzido pelo trabalho escravo de crianças asiáticas.

A moral revolucionária do povo cubano, cuja referencia é a vida de Che, estão refletidas na prática de milhares de médicos cubanos que levam saúde para as favelas da Venezuela ( 20 mil médicos) , estão nos professores cubanos que ajudaram o governo de Evo Morales a erradicar o analfabetismo na Bolivia, estão na Africa, na Ásia. Cuba é internacionalismo socialista. Parabéns pelo meio século de luta, esperança e dignidade. A luta recém começou.

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

TERRORISMO SOB UM PONTO DE VISTA TERRORISTA


Quem são os terroristas?

BASTA DE TERRORISMO DO ESTADO DE ISRAEL E EUA










O covarde massacre realizado pelos Estados terroristas dos EUA e Israel sobre a população palestina da Faixa de Gaza ( milhares de crianças e mulheres assassinadas sem nenhuma condição de defesa) precisa ser condenado por todo o mundo. Não é possível permanecer indiferente perante tamanha barbárie. Os povos do mundo devem se levantar contra os bárbaros yankes. É hora de dizer BASTA.


A Faixa de Gaza se encontra sitiada e a aviação e artilharia israelense, uma das mais potentes do mundo, segue massacrando a população civil. Em um dia foram assassinadas mais de 300 pessoas. O pretexto é combater as ações do Hamas (que em três anos como seus "perigosos ataques", atingiram 11 israelenses).

Hoje, na Faixa de Gaza, temos um milhão e meio de civis que são prisioneiros do Exército de Israel e estão sendo privados de alimentos básicos, combustiveis e eletricidade.
Todos os hospitais estão lotados sem medicamentos e sem capacidade para atender a todos os feridos ( a maioria crianças) . Muitos dos feridos permanecem nos corredores dos hospitais. Estamos assistindo a um dos maiores crimes contra a humanidade e uma violação sistemática dos Direitos Humanos.


Não existe nenhuma justificativa para essa bárbarie desproporcional, cruel e infame por parte de Israel e dos EUA , que violam deliberadamente todas as Leis Internacionais, as resoluções da Convenção de Genebra de 1949, que defende os direitos dos cidadãos civis em tempos de guerra.
A Comunidade Internacional deve exigir de forma imediata que Israel dê um basta a toda violência e assassinato de civis que vem realizando; cumpra todas as resoluções da ONU, do Conselho de Segurança entre outros e seja condenada por violar sistematicamente os Direitos Humanos e o Direito Humanitario Internacional frente o Tribunal Internacional de Justiça de Haya, principal órgão judicial da Organização das Nações Unidas.


Por todos estes motivos e ante o silêncio vergonhoso da Comunidade Internacional e demais organismos competentes que nos somamos a todas as mobilizações da blogosfera contra esta situação insustentável.

Hoje são os povos palestinos, amanhã serão os latinoamericanos, os asiáticos, os povos da Africa. O Imperialismo está mais vivo do que nunca.

A luta é uma só, o inimigo é comum.

É hora de dizer BASTA.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

A VIDA COMO CARNAVAL. 24 HORAS POR DIA.


Disponibilizamos abaixo excelente análise de Umberto Eco com comentários de Luiz Carlos Azenha, acerca da fetichização generalizada, do espetáculo da banalização e superficialidade que tomam conta das vidas, das relações e dos dias, como reflexo da reprodução do senso comum, superficial e dotado de crescente preguiça mental. Em tempos do violento consumismo natalino e da obrigação de festas de fim de ano.... avisamos.... não é mera coincidência!!

Postagem original em http://www.viomundo.com.br

Outro dia, mal humorado, escrevi sobre a impressão de que a ajuda aos flagelados pela enchente de Santa Catarina tivesse se tornado uma espécie de "gincana de caridade", onde o mais importante não eram os flagelados, mas a "bondade" dos doadores.

Depois escrevi sobre a ansiedade das crianças de hoje em dia, que precisam ser "divertidas" 24 horas por dia pelos pais.

E um leitor do Viomundo notou que o Jornal da Globo deu mais destaque à Carla Bruni do que ao encontro entre os presidentes da França e do Brasil.

Esses assuntos tão diversos acabaram se encaixando num texto que acabo de ler, do Umberto Eco, sobre a vida contemporânea.

Diz ele, grosseiramente (o texto, em inglês, traduzo livremente):

"Agora, uma das características da cultura em que vivemos é a total carnavalização da vida. Isso não significa que trabalhamos menos, deixando o trabalho para as máquinas, já que dar incentivos e organizar o tempo livre sem dúvida foram objetivos de regimes ditatoriais ou liberais. O fato é que mesmo o trabalho foi carnavalizado.

É fácil e óbvio falar sobre a carnavalização das horas que em média o cidadão gasta em frente do aparelho de TV. Tirando o pequeno espaço reservado para as notícias, a TV oferece em primeiro lugar entretenimento, e nos dias de hoje o entretenimento preferido é o tipo que retrata a vida como uma festa sem fim nos quais palhaços e mulheres lindas atiram não confete, mas milhões em qualquer um capaz de jogar um jogo (e nós reclamamos que os albaneses, seduzidos pelas imagens da Itália, fazem qualquer coisa para entrar neste nosso parque de diversões).

É fácil falar do Carnaval em termos de tempo e dinheiro gasto com turismo de massa e suas ofertas de ilhas do sonho a preços módicos, com seus convites para visitar Veneza -- onde, depois de dar uma de turista, você deixa as latas, o papel e o que sobrou do cachorro-quente com mostarda, como no fim do Carnaval propriamente dito.

Mas consideremos a carnavalização do local de trabalho, onde pequenos robôs amigáveis, fazendo o que antes você fez, transformaram as horas de trabalho em tempo de lazer.

É Carnaval permanente para o trabalhador em escritório que, sem que o chefe saiba, usa o computador para jogar videogame ou visitar a página da Playboy. É também Carnaval para aqueles que dirigem automóveis que conversam com eles, dizem a eles que rua pegar e os expõem ao risco de ter que apertar botões para receber informação sobre a temperatura, o combustível que resta no tanque, a velocidade média e o tempo necessário para fazer a viagem.

O telefone celular [...] é uma ferramenta para aquelas profissões que requerem uma resposta rápida, como médicos e encanadores. Deveria servir aos restantes em circunstâncias excepcionais nas quais, longe de casa, devemos comunicar uma emergência, atraso num compromisso por causa de um acidente de trem, de carro ou enchente. No caso o telefone seria usado talvez uma -- para os sem sorte, duas vezes por dia. Ou seja, 99% do tempo gasto pelas pessoas que vemos com o celular grudado na orelha é diversão. O imbecil que se senta atrás da gente no trem fechando negócios falando alto na verdade é como um faisão com uma coroa de penas e um anel multicolorido em volta do pênis.

Estamos brincando quando gastamos tempo em um supermercado ou num posto de beira de estrada, quando os dois nos oferecem uma infinidade de objetos sem utilidade de forma que, embora você entre para comprar uma lata de café, fica por uma hora e sai com comida para cachorro -- você não tem um cachorro, mas se tivesse seria um Labrador, o cão da moda, que não tem uso como cão de guarda, não pode ser usado para caça e lambe a mão de quem te esfaqueia, mas é ótimo para brincadeiras, especialmente se colocado na água.

[...]

O resultado [da automação] não foi o enobrecimento da classe trabalhadora como condição utópica sonhada por Marx, na qual todos pescam, caçam e assim por diante. Pelo contrário, a classe trabalhadora passou a ser empregada pela indústria da carnavalização como o usuário médio. O usuário já não tem apenas as correntes a perder. Hoje em dia, se algum ato revolucionário causar um blecaute, a classe trabalhadora perderia um episódio de um reality show, por isso ela vota nos que oferecem o show, e continua trabalhando para oferecer mais valia aos que oferecem divertimento.

Se é descoberto que em algumas partes do mundo as pessoas não estão se divertindo, estão morrendo de fome, nossa consciência nos leva a participar de uma grande (e divertida) caridade para coletar fundos para crianças da África, paraplégicos e doentes.

O esporte foi carnavalizado. Como? O esporte é diversão por excelência: como poderia ser carnavalizado? Ao se tornar não um interlúdio que era (um jogo de futebol por semana e as Olimpíadas a cada quatro anos) mas uma presença constante; ao se tornar não uma atividade-fim mas uma empresa comercial. O jogo jogado não importa mais (um jogo, aliás, que se tornou uma tarefa tão difícil que exige o uso de drogas para melhorar a performance) mas o grande Carnaval do antes, do durante e do depois, no qual o público, não os jogadores, jogam toda a semana.

A política foi carnavalizada e agora nós usamos a expressão "política do espetáculo". Enquanto o parlamento perde cada vez mais poder, a política é conduzida através da TV, como os jogos de gladiadores, e a forma de legitimar o primeiro-ministro é fazê-lo encontrar a Miss Italia. E ela não pode aparecer vestida como uma mulher comum (apesar de sua inteligência) mas em seu traje de desfile. Vai chegar o dia em que o próprio presidente da República, para se legitimar, terá que aparecer fantasiado de presidente.

[...]

Alguns gays acreditam que encontraram compensação no Carnaval da Parada Gay para séculos de marginalização. No fim eles foram aceitos, já que nos dias de Carnaval tudo é aceito, até mesmo uma cantora mostrando o umbigo na presença do papa João Paulo II.

[...]

Já que somos criaturas brincalhonas por definição, e que perdemos a dimensão do jogo, obtivemos Carnavalização total. Nossa espécie tem muitos recursos, talvez esteja passando por transformação e vai se adaptar a essa nova condição, mesmo tirando vantagem espiritual disso. E talvez seja bom que o trabalho deixou de ser um fardo, que não temos que passar a vida nos preparando para uma boa morte e que a classe trabalhadora vai finalmente para o paraíso gargalhando. Não se preocupe, seja feliz!

Ou talvez a História tome providências -- uma boa guerra com bombas de urânio, um belo buraco de ozônio -- e o Carnaval vai acabar. Mas precisamos refletir sobre o fato de que a Carnavalização total não satisfaz o desejo, só aumenta. Prova disso encontramos nas discotecas, onde depois de toda a dança e todos os decibéis os jovens ainda saem para a gincana da morte em alta velocidade nas avenidas.

A Carnavalização total pode acabar reproduzindo a situação admiravelmente descrita na velha piada sobre o cara que dá em cima de uma jovem de forma insinuante para dizer: "Ei, broto, tem compromisso depois da orgia?".

ps: do texto "From Play to Carnival", publicado no La Repubblica em janeiro de 2001 e republicado em "Turning Back the Clock, Hot Wars and Media Populism", Hartcourt.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

UM DIA SEM COMPRAS NO BRASIL JÁ



Imbuídos do "espirito" natalino, das catedrais do consumo lotadas para "comprar" a felicidade expressa em alguma bugiganga de plástico, um carro novo, um celular voador etc.. , retomamos aqui uma das questões que, para nós, constituem a condição para o avanço de uma outra economia, que é a realização de ações afirmativas de questionamento da lógica capitalista e a discussão, na sociedade, sobre as possibilidade de Outra Economia.

Nesse sentido, apresentamos uma proposta muito interessante de ação AFIRMATIVA realizada pelo grupo espanhol ECOLOGISTAS EM AÇÃO que é UM DIA SEM COMPRAS.

O Ecologistas en Acción é uma confederação de mais de 300 grupos ecologistas distribuidos por diversas cidades da Espanha. Forma parte do chamado ecologismo social, que entende que os problemas meio ambientais tem sua origem em um modelo de produção e consumo cada vez mais globalizado, do que derivam também outros problemas sociais, e que é necesário transformá-lo se pretendende-se evitar a crise ecológica.

Para isso realizam ações afirmativas como campanhas de sensibilização, denúncias públicas ou legais contra as práticas danosas ao meio ambiente, ao mesmo tempo eles propõe alternativas concretas e viáveis em cada um dos âmbitos onde desenvolvem suas atividades. O Dia Sem Compras é uma dessas ações afirmativas que põe em discussão o sentido do consumismo hoje, ao mesmo tempo que questiona suas formas de produção e por consequência o funcionamento do sistema capitalista.
A ação propõe que não se compre durante 1 dia, e nos outros 364 dias se compre produtos da pequena produção, cooperativas, comércio local, do próprio bairro, ao invés dos grandes shopings e atacados e de empresas tansnacionais que exploram os trabalhadores em todo o mundo.

Essa experiência de ação política afirmativa, é um ótimo exemplo para o movimento da Economia Solidária que precisa avançar na sociedade como um projeto de outra econômia, outra forma de produzir, consumir e viver. Somente a divulgação da campanha já teria um grande impacto no que diz respeito ao tema do consumo.

É nesse sentido que defendemos que somente a partir de ações afirmativas e de caráter político como esta, é que a Economia Solidária poderá ampliar seu raio de ação e envolver milhares de consumidores, trabalhadores que , anestesiados pela publicidade capitalista não conseguem visualizar uma outra forma de econômica que não seja a predatória forma capitalista de produção.

Quem sabe inauguramos um DIA SEM COMPRAS NO BRASIL? Pode parecer pouco, todavia entre a inércia e ações pontuais de caráter simbólico apostamos nessa última.


Nosso blog está propondo essa experiencia, some-se nós, dê sua opinião.


Site dos Ecologistas en acción http://www.ecologistasenaccion.org/


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Conquista do Caiboaté

Fazenda Southal: De símbolo do latifundio improdutivo à simbolo da Reforma Agrária

Só a luta faz valer: Uma uma grande conquista depois de muitos anos de luta

Terra para quem nela sempre trabalhou


Nasce uma nova vida



Esperança: Por um futuro de justiça e dignidade


Ministro Cassel e ao fundo Deputado Elvino Bohn Gass: compromisso com a luta do povo


Olivio Dutra: Momento histórico para quem sempre lutou pela Reforma Agrária




Protagonista: As trabalhadoras rurais representam a dignidade de quem trabalha nesse país



Luta e construção coletiva




Luta e solidariedade


Um novo tempo, onde a fartura brote das mãos


Festa

Criar um, dois, três...milhares de assentamentos Caiboatés... eis a palavra de ordem

Fotos de Rafael Correa do blog http://www.conquistadecaiboate.blogspot.com/