
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
sábado, 22 de dezembro de 2007
Retrato do capitalismo: A reprodução ampliada da miséria como fruto do poder político e economico da minoria capitalista.A contribuição da Economia Solidária
para uma esquerda contemporânea e revolucionária.
para uma esquerda contemporânea e revolucionária.
"O que caracteriza a economia política burguesa é que ela vê na ordem capitalista não uma fase transitória do progresso histórico, mas a forma absoluta e definitiva da produção social" K.Marx
Quando falamos que a economia solidária, compreendida como um movimento social de “novo tipo” que representa uma práxis de trabalho e sociabilidade que dialoga com as transformações do mundo do trabalho a partir de uma perspectiva emancipatória, necessita de um avanço político, estamos nos referindo a questão do PODER, ou seja, da capacidade de que esse movimento tenha de adquirir força política na sociedade capaz de interferir no processo decisório. Isso requer uma AGENDA POLÍTICA que ultrapasse as demandas específicas do movimento e avance em proposições relacionadas com o problema da democracia, da participação política das massas no processo decisório. Sem a radicalização da democracia não é possível transformar as Condições Gerais de Produção, conforme conceito de João Bernardo, que identifica a infra - estrutura, não só material, mas social e cultural , indispensáveis para o funcionamento de determinado modo de produção. Da mesma forma, concomitante à transformação da infra-esturutura ( base econômica), é condição sine qua non a transformação da super- estrutura, ou seja, do Estado.
Para tanto, todos os instrumentos são importantes, tanto as entidades da sociedade civil como os partidos políticos comprometidos com as transformações sociais. Em um de seus livros mais importantes sobre socialismo, ( Uma utopia militante) o Prof. Paul Singer inclui as práticas de Economia Solidária ( junto com o sindicalismo e os partidos de esquerda) no que ele denomina de REVOLUÇÃO SOCIAL SOCIALISTA, que estaria em curso a mais de 200 anos. Essa revolução não foi derrotada em sua essência, pois a luta de classes permanente é o motor que põe em marcha esse processo. Mesmo que essa Revolução tenha um histórico de revezes e avanços.
Entre os revezes podemos identificar os fracassos das experiências do socialismo real, da social-democracia e dos partidos que representavam essas posições, da mesma forma o sindicalismo tradicional, que encontra-se num beco sem saída a partir das transformações no mundo do trabalho. É nesse contexto de crise dos instrumentos construídos históricamente pela classe trabalhadora que a Economia solidária surge como uma das ações anticapitalistas coetâneas ao sistema, que mais avançou no último período. E é a que mais representa uma possiblidade de ruptura, em essência, com a lógica do sistema econômico e político hegemônico .
A economia solidária possibilita a ruptura com a essência da exploração capitalista ( a mais-valia) e por outro lado, inaugura novas formas de relação entre os(as) trabalhadores (as), a partir de valores anticapitalistas ( solidariedade, igualdade e democracia). Incide no que Gramsci denominou de casamatas e trincheiras institucionais que sustentam a burguesia ( instituições culturais, educacionais, empresas etc...) disputando a hegêmonia ideológica, ou sejam a cultura.
Entretanto, por si só, ou seja, apartada da disputa pela hegemonia cultural e política da sociedade, a economia solidária pode servir ao capital, de forma instrumental, adaptada as novas formas de exploração dos trabalhadores ( terceirizações).
Nesse sentido, que entendemos como estratégico para o avanço da economia solidária como projeto de desenvolvimento, uma agenda POLÍTICA, para dialogar com parceiros estratégicos e com os trabalhadores em geral. A Revolução Social socialista do século XXI, cujo sujeito poderá ( ou não) ser o trabalhador da economia solidária, não pode abrir mão da organização política. Pois sua capacidade de organização política transformada em ação coletiva emancipatória, pode contribuir também para a oxigenação e renovação do instrumento “partido político” que da mesma forma que o sindicatos passa por uma crise de representação, na medida em que não dialoga mais com as transformações da sociedade do século XXI. O grande desafio, no entanto, é não permitir que o inverso aconteça, ou seja, que a economia solidária reproduza a mesma lógica hierarquizada, verticalizada e centralizadora dos sindicatos e partidos políticos. Portanto, incidir na disputa política na sociedade passa pela construção de uma Pauta para a esquerda contemporânea, novos valores para os partidos de esquerda( autogestão), buscando construir o partido da classe trabalhadora como "uma escola de vida política" na concepção de Gramsci.
Se existe alguma possibilidade de construção de um programa de caráter revolucionário para a esquerda contemporânea, isso somente será possível se suas ações estiverem voltasdas para a ruptura com as formas de dominação e poder que mantém as estruturas a serviço do funcionamento do capitalismo ( mesmo as estruturas criadas historicamente para combatê-lo). Não queremos dizer que reformas políticas na superestrutura ( ocupação do Estado, de cima para baixo) constitui a condição para a revolução. Mas não é possível pensar na viabilidade de uma revolução social socialista nos interstícios do capitalismo, sem umja estratégia para construção de uma nova forma de poder político, pois , PODER, nada mais é do que processo decisório. A questão é : quem decide? e para que se decide? essa é a questão central em relação ao PODER na sociedade.
A contribuição fundamental para a renovação da agenda da esquerda que a economia solidária pode e deve fazer, é incluir nas pautas da esquerda o tema da democratização da economia e da política, isto em termos práticos significa, ECONOMIA SOLIDÁRIA E DEMOCRACIA PARTICIPATIVA como eixos estratégicos de um programa para o socialismo do século XXI.
A contribuição fundamental para a renovação da agenda da esquerda que a economia solidária pode e deve fazer, é incluir nas pautas da esquerda o tema da democratização da economia e da política, isto em termos práticos significa, ECONOMIA SOLIDÁRIA E DEMOCRACIA PARTICIPATIVA como eixos estratégicos de um programa para o socialismo do século XXI.
sábado, 15 de dezembro de 2007
O socialismo pressupõe poder político e econômico nas mãos do povo trabalhadorEmpresas Socialistas : Experiências inovadoras para a Economia Solidária.
O processo de transformações em curso na Venezuela tem sido objeto de críticas, inclusive por parte da esquerda ( socialistas ortodoxos, heterodoxos, centro –esquerda, e outros ismos e matizes variadas). Muitas dessas críticas se devem a falta de informação do que ocorre no país de Simon Bolívar. Ou fruto da (des) informação da mídia burguesa que, infelizmente, ainda orienta a agenda, da esquerda.
Entre o conjunto de desconhecimento da realidade está a desinformação sobre algumas experiências inovadoras no campo econômico. Se até então a revolução bolivariana de Chavez avançou nas mudanças de ordem superestrutural ( nova constituição, instituição dos poderes comunais e populares), no campo econômico as mudanças são mais lentas ( por serem as essenciais e estratégicas para mudança de sistema) mas não por isso insignificantes. Aa contrário, uma série de projetos e novas formas de propriedade e gestão da produção começam a ser implantados como sementes de uma economia socialista. Dentre essas novas formas de produção estão desde as tradicionais cooperativas, passando pela Co-gestão em empresas estatais, as EPS- Empresas de Produção Social e as mais recentes Empresas Socialistas. Essas últimas, já contém no próprio nome, a sua caracterização, ou seja, uma empresa com propósito socialista. Assim como o processo venezuelano, esse novo tipo de empresa é inédito e , portanto, ainda em construção.
A realização recente do 1 Encontro de Empresas Socialistas da Venezuela ( veja matéria abaixo) comprova isso, ou seja, que é uma experiência recente que carece de tempo e experiência para que tenhamos a real dimensão do seu alcance. Mas o que não pode ser negado é o conjunto de inovações que essas experiências possibilitam, a partir de uma lógica de empoderamento e participação popular sem precedentes, especialmente no campo econômico que sempre foi privilégio dos capitalistas.
O mais significativo do processo em curso na Venezuela diz respeito ao fato de que essas experiências no campo da autogestão não estão separadas de um projeto macro de transformações sociais e políticas, mas sim compõe o núcleo estratégico que é transformação da economia ( segunda etapa da revolução bolivariana) . De uma economia majoritariamente capitalista para uma outra economia majoritariamente socialista.
O que mais significativo essa experiência tem para o movimento da Economia Solidária, principalmente no Brasil, é a necessidade de superar o isolamento e a fragmentação. A economia solidária não pode apenas ter a pretensão de ocupar um “nicho” no hegemônico mercado capitalista. Ao contrário, a economia solidária deve disputar a hegemonia da economia, e isso somente será possível quando estiver incluída como uma estratégia econômica de um projeto de desenvolvimento nacional. Para tanto, o tema da reforma do Estado também é central, pois estamos falando de poder político. Sem mudar o Estado brasileiro no sentido de sua democratização, continuaremos remando contra a maré sem os instrumentos mínimos para avançar.
Por isso que o movimento da economia solidária deve superar o discurso pseudo-autonomista, contra o Estado e contra os partidos políticos e assumir o seu papel enquanto movimento social com projeto de transformação. Para tanto, deve articular tanto os partidos comprometidos com transformações sociais como outros movimentos de caráter anticapitalista para acumular força em torno de um projeto de desenvolvimento de caráter revolucionário.
Abaixo publicamos noticia do site http://www.aporrea.org/
Realizado I Encuentro de Empresas Socialistas Venezolanas
Por: Vive TV
O processo de transformações em curso na Venezuela tem sido objeto de críticas, inclusive por parte da esquerda ( socialistas ortodoxos, heterodoxos, centro –esquerda, e outros ismos e matizes variadas). Muitas dessas críticas se devem a falta de informação do que ocorre no país de Simon Bolívar. Ou fruto da (des) informação da mídia burguesa que, infelizmente, ainda orienta a agenda, da esquerda.
Entre o conjunto de desconhecimento da realidade está a desinformação sobre algumas experiências inovadoras no campo econômico. Se até então a revolução bolivariana de Chavez avançou nas mudanças de ordem superestrutural ( nova constituição, instituição dos poderes comunais e populares), no campo econômico as mudanças são mais lentas ( por serem as essenciais e estratégicas para mudança de sistema) mas não por isso insignificantes. Aa contrário, uma série de projetos e novas formas de propriedade e gestão da produção começam a ser implantados como sementes de uma economia socialista. Dentre essas novas formas de produção estão desde as tradicionais cooperativas, passando pela Co-gestão em empresas estatais, as EPS- Empresas de Produção Social e as mais recentes Empresas Socialistas. Essas últimas, já contém no próprio nome, a sua caracterização, ou seja, uma empresa com propósito socialista. Assim como o processo venezuelano, esse novo tipo de empresa é inédito e , portanto, ainda em construção.
A realização recente do 1 Encontro de Empresas Socialistas da Venezuela ( veja matéria abaixo) comprova isso, ou seja, que é uma experiência recente que carece de tempo e experiência para que tenhamos a real dimensão do seu alcance. Mas o que não pode ser negado é o conjunto de inovações que essas experiências possibilitam, a partir de uma lógica de empoderamento e participação popular sem precedentes, especialmente no campo econômico que sempre foi privilégio dos capitalistas.
O mais significativo do processo em curso na Venezuela diz respeito ao fato de que essas experiências no campo da autogestão não estão separadas de um projeto macro de transformações sociais e políticas, mas sim compõe o núcleo estratégico que é transformação da economia ( segunda etapa da revolução bolivariana) . De uma economia majoritariamente capitalista para uma outra economia majoritariamente socialista.
O que mais significativo essa experiência tem para o movimento da Economia Solidária, principalmente no Brasil, é a necessidade de superar o isolamento e a fragmentação. A economia solidária não pode apenas ter a pretensão de ocupar um “nicho” no hegemônico mercado capitalista. Ao contrário, a economia solidária deve disputar a hegemonia da economia, e isso somente será possível quando estiver incluída como uma estratégia econômica de um projeto de desenvolvimento nacional. Para tanto, o tema da reforma do Estado também é central, pois estamos falando de poder político. Sem mudar o Estado brasileiro no sentido de sua democratização, continuaremos remando contra a maré sem os instrumentos mínimos para avançar.
Por isso que o movimento da economia solidária deve superar o discurso pseudo-autonomista, contra o Estado e contra os partidos políticos e assumir o seu papel enquanto movimento social com projeto de transformação. Para tanto, deve articular tanto os partidos comprometidos com transformações sociais como outros movimentos de caráter anticapitalista para acumular força em torno de um projeto de desenvolvimento de caráter revolucionário.
Abaixo publicamos noticia do site http://www.aporrea.org/
Realizado I Encuentro de Empresas Socialistas Venezolanas
Por: Vive TV
Fecha de publicación: 14/12/07
Desde diversos puntos del país trabajadores y trabajadoras de empresas y fábricas socialistas realizaron este foro, con el objeto de aunar esfuerzos e intercambiar conocimientos y proyectos comunes.Morón, Edo. Carabobo, 14 de diciembre de 2007.- El pasado miércoles, trabajadores de distintas empresas y fábricas socialistas del país participaron en este encuentro, con el objeto, como explica Héctor Beaujon, trabajador de Venezolana de Industria Tecnológica (VIT), “de que nos conozcamos todos, de que sepamos todos qué estamos haciendo, en qué estamos trabajando, a qué nos estamos enfrentando y cuál debe ser la visión y la misión de cada una de estas empresas o fábricas socialistas”.VIT, fábrica situada en la Península Paraguaná, concretamente en Punto Fijo, es la casa donde se fabrica el Computador Bolivariano, un computador de bajo costo ensamblado en Venezuela.“Estamos convencidos de que la independencia tecnológica es uno de los pasos más importantes que está dando el proceso revolucionario que vive el país, el proceso de transformación debe ir de la mano de la tecnología, equipararnos a nivel mundial para el desarrollo de cada uno de los venezolanos y venezolanas” continúa Beaujon, que señala que la fabricación se hace “de la mano de las comunidades, organizaciones sociales, cooperativas, gremios, estudiantes, todos en co-gestión elaborando el Computador Bolivariano, haciendo realidad el sueño de la independencia tecnológica”. Además de la interrelación con las comunidades, el trabajador señala como logro los “42.000 equipos ensamblados”, distribuidos “a muchísimas alcaldías bolivarianas, a gobernaciones de varios estados del país, varias instituciones”, lo que convierte a VIT en una “empresa punta de lanza en cuanto a las necesidades tecnológicas” del país.Rudy de Salas, trabajadora del Complejo Industrial Socialista de Altagracia (CAISA), llegada de Altagracia de Orituco (Guárico), destaca que, “con este gobierno revolucionario estamos totalmente integrados a la empresa socialista, y es lo que estamos representando acá, unidos con los trabajadores, consejos comunales, y la clase obrera”. De Salas recuerda cómo eran las cosas antes, y cómo son ahora: “¿Cuándo las empresas estaban integradas hacia los trabajadores, hacia el pueblo? Ahora vemos ese respaldo directo, donde los trabajadores están siendo mejor atendidos, donde hay respaldo tanto del gobierno nacional como de los locales, regionales, donde se integra la comunidad directamente, donde se le está dando respuesta verdaderamente tanto a los trabajadores como a las comunidades”.“Seguimos compartiendo la construcción de este nuevo modelo socialista. Esa construcción a la que vamos todos” afirma Euclides Ramos, trabajador de Industria Venezolana Endógena de Papel (INVEPAL), que agrupando a trabajadores de diversos sectores (papelero, petroquímico, petrolero y eléctrico) han decidido unirse como trabajadores socialistas.“Nuestra meta es lograr como empresa socialista que nuestra producción sea para cubrir las necesidades de nuestro pueblo, no para producir, producir por producir, para llenarnos los bolsillos” expresa José Ramírez, trabajador de la Industria Venezolana de Papel (INVEVAL). “Estamos trabajando bajo control obrero y hacia el socialismo, con los consejos comunales, las misiones y todas las metas a las que todos los compañeros queremos llegar, no solamente para nosotros si no para el futuro de nuestros hijos”.
Desde diversos puntos del país trabajadores y trabajadoras de empresas y fábricas socialistas realizaron este foro, con el objeto de aunar esfuerzos e intercambiar conocimientos y proyectos comunes.Morón, Edo. Carabobo, 14 de diciembre de 2007.- El pasado miércoles, trabajadores de distintas empresas y fábricas socialistas del país participaron en este encuentro, con el objeto, como explica Héctor Beaujon, trabajador de Venezolana de Industria Tecnológica (VIT), “de que nos conozcamos todos, de que sepamos todos qué estamos haciendo, en qué estamos trabajando, a qué nos estamos enfrentando y cuál debe ser la visión y la misión de cada una de estas empresas o fábricas socialistas”.VIT, fábrica situada en la Península Paraguaná, concretamente en Punto Fijo, es la casa donde se fabrica el Computador Bolivariano, un computador de bajo costo ensamblado en Venezuela.“Estamos convencidos de que la independencia tecnológica es uno de los pasos más importantes que está dando el proceso revolucionario que vive el país, el proceso de transformación debe ir de la mano de la tecnología, equipararnos a nivel mundial para el desarrollo de cada uno de los venezolanos y venezolanas” continúa Beaujon, que señala que la fabricación se hace “de la mano de las comunidades, organizaciones sociales, cooperativas, gremios, estudiantes, todos en co-gestión elaborando el Computador Bolivariano, haciendo realidad el sueño de la independencia tecnológica”. Además de la interrelación con las comunidades, el trabajador señala como logro los “42.000 equipos ensamblados”, distribuidos “a muchísimas alcaldías bolivarianas, a gobernaciones de varios estados del país, varias instituciones”, lo que convierte a VIT en una “empresa punta de lanza en cuanto a las necesidades tecnológicas” del país.Rudy de Salas, trabajadora del Complejo Industrial Socialista de Altagracia (CAISA), llegada de Altagracia de Orituco (Guárico), destaca que, “con este gobierno revolucionario estamos totalmente integrados a la empresa socialista, y es lo que estamos representando acá, unidos con los trabajadores, consejos comunales, y la clase obrera”. De Salas recuerda cómo eran las cosas antes, y cómo son ahora: “¿Cuándo las empresas estaban integradas hacia los trabajadores, hacia el pueblo? Ahora vemos ese respaldo directo, donde los trabajadores están siendo mejor atendidos, donde hay respaldo tanto del gobierno nacional como de los locales, regionales, donde se integra la comunidad directamente, donde se le está dando respuesta verdaderamente tanto a los trabajadores como a las comunidades”.“Seguimos compartiendo la construcción de este nuevo modelo socialista. Esa construcción a la que vamos todos” afirma Euclides Ramos, trabajador de Industria Venezolana Endógena de Papel (INVEPAL), que agrupando a trabajadores de diversos sectores (papelero, petroquímico, petrolero y eléctrico) han decidido unirse como trabajadores socialistas.“Nuestra meta es lograr como empresa socialista que nuestra producción sea para cubrir las necesidades de nuestro pueblo, no para producir, producir por producir, para llenarnos los bolsillos” expresa José Ramírez, trabajador de la Industria Venezolana de Papel (INVEVAL). “Estamos trabajando bajo control obrero y hacia el socialismo, con los consejos comunales, las misiones y todas las metas a las que todos los compañeros queremos llegar, no solamente para nosotros si no para el futuro de nuestros hijos”.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
A democracia na Venezuela é criticada porque se constitui como instrumento de ruptura com o capitalismoCAPITALISMO CONTRA A DEMOCRACIA
DEMOCRACIA CONTRA CAPITALISMO
O tema da Democracia, ou seja, do grego demo= povo, cracia= poder, é objeto por excelência dos estudos da política, sociologia, filosofia e história. Qualquer análise sobre a sociedade, necessariamente, discute como se dá o processo decisório. E como a sociedade está dividida em classes sociais, as variáveis econômicas, culturais e sociais dos sujeitos bem como sua condição de poder, determinam as formas desse processo decisório. Nesse sentido, podemos dizer que a democracia, ou seja, o poder do povo, é interpretado e compreendido conforme os interesses de classes de seus protagonistas.
DEMOCRACIA CONTRA CAPITALISMO
O tema da Democracia, ou seja, do grego demo= povo, cracia= poder, é objeto por excelência dos estudos da política, sociologia, filosofia e história. Qualquer análise sobre a sociedade, necessariamente, discute como se dá o processo decisório. E como a sociedade está dividida em classes sociais, as variáveis econômicas, culturais e sociais dos sujeitos bem como sua condição de poder, determinam as formas desse processo decisório. Nesse sentido, podemos dizer que a democracia, ou seja, o poder do povo, é interpretado e compreendido conforme os interesses de classes de seus protagonistas.
Porquê os processos decisórios da Venezuela são menos democráticas que os processos decisórios dos Estados Unidos? Porque a representação parlamentar é mais democrática que o Orçamento Participativo? Quais os critérios que podemos utilizar para definir uma sociedade democrática?
Na ciência política , autores elaboraram teorias baseadas em diversos critérios e variáveis para definir uma sociedade cujo processo decisório é considerado democrático. Em sua grande maioria a democracia aparece como um modelo de processo decisório apartado do sistema econômico vigente, como se a política e a economia fosse esferas antagônicas.
Por isso afirmamos que a democracia como processo decisório no capitalismo é um simulacro de democracia. Para entender melhor essa afirmação podemos verificar de forma empírica o funcionamento da democracia no capitalismo. Como se dá o processo de escolha dos representantes? Como funciona o parlamento e os partidos políticos? Quais os interesses hegemônicos dos pseudo “representantes do povo”. Qual a influência do quarto poder, ou seja, da mídia, que é instrumento do poder econômico no processo decisório?
Buscando teorizar sobre a democracia no capitalismo a historiadora americana Hellen Meiksins Wood escreveu DEMOCRACIA CONTRA CAPITALISMO[1]. Nessa obra a autora parte da premissa de que o capitalismo é, na sua essência, incompatível com a democracia. Um capitalismo humano, “social” e eqüitativo seria mais irreal e utópico do que o socialismo. Assim, o projeto teórico do marxismo e sua crítica à economia de mercado seriam –hoje- após o colapso dos regimes do Leste Europeu- mais oportunos do que nunca. Ellen Wood propõe a renovação do programa crítico do materialismo histórico pela redefinição de seus princípios básicos e de sua teoria da história. O livro de Wood questiona formulações consagradas pela literatura política e sociológica atual, principalmente da utilização acrítica de noções como “sociedade civil”, “cidadania”. “política de identidade, “novos movimentos sociais”, “democracia radical” etc.. . Conforme afirma Caio Navarro de Toledo no prefácio do livro “ Para que a democracia recupere seu verdadeiro significado de “governo pelo povo ou poder do povo” afirma a autora, é necessário transformar radicalmente o capitalismo, sistema econômico e social que retira gradativamente mais e mais esferas da vida social do controle popular e democrático.No capitalismo, os mais amplos “bens políticos”- ou seja, a mais “radicalizada democracia política”- não impedem que todos tenhamos de nos submeter aos ditames da acumulação do capital e às “leis” férreas do mercado. Para a autora, o capitalismo é estruturalmente antitético em face da democracia no sentido socialista e radical de poder pelo povo.”
O sentido radical da democracia, portanto, somente é possível a partir da ruptura com a sociabilidade capitalista, ou seja, constituindo uma economia e cultura socialista, baseada em valores da igualdade, equidade e liberdade, como condição para sujeitos plenos exercerem o poder político para a práxis do processo decisório realmente democrático.
Por isso que no título deste texto colocamos duas questões que estão colocadas como desafio. Nos referimos ao problema central da democracia, ou sua negação que, como afirma Ellen Wood, é o capitalismo, por isso capitalismo é, em essência, contra a democracia e, portanto, dialeticamente, a luta central dos socialista deve ser a da democracia contra o capitalismo.
Por isso a democracia na Venezuela é contra o capitalismo, assim como projetos de democracia econômica ( economia solidária de caráter socialista) , democracia participativa ( OP) são, em essência, práxis democráticas contra o capitalismo. Ampliar e fortalecer s essas práticas nas brechas do sistema é a principal ação contra-hegemonica dos socialistas na atualidade.
Por isso afirmamos que a democracia como processo decisório no capitalismo é um simulacro de democracia. Para entender melhor essa afirmação podemos verificar de forma empírica o funcionamento da democracia no capitalismo. Como se dá o processo de escolha dos representantes? Como funciona o parlamento e os partidos políticos? Quais os interesses hegemônicos dos pseudo “representantes do povo”. Qual a influência do quarto poder, ou seja, da mídia, que é instrumento do poder econômico no processo decisório?
Buscando teorizar sobre a democracia no capitalismo a historiadora americana Hellen Meiksins Wood escreveu DEMOCRACIA CONTRA CAPITALISMO[1]. Nessa obra a autora parte da premissa de que o capitalismo é, na sua essência, incompatível com a democracia. Um capitalismo humano, “social” e eqüitativo seria mais irreal e utópico do que o socialismo. Assim, o projeto teórico do marxismo e sua crítica à economia de mercado seriam –hoje- após o colapso dos regimes do Leste Europeu- mais oportunos do que nunca. Ellen Wood propõe a renovação do programa crítico do materialismo histórico pela redefinição de seus princípios básicos e de sua teoria da história. O livro de Wood questiona formulações consagradas pela literatura política e sociológica atual, principalmente da utilização acrítica de noções como “sociedade civil”, “cidadania”. “política de identidade, “novos movimentos sociais”, “democracia radical” etc.. . Conforme afirma Caio Navarro de Toledo no prefácio do livro “ Para que a democracia recupere seu verdadeiro significado de “governo pelo povo ou poder do povo” afirma a autora, é necessário transformar radicalmente o capitalismo, sistema econômico e social que retira gradativamente mais e mais esferas da vida social do controle popular e democrático.No capitalismo, os mais amplos “bens políticos”- ou seja, a mais “radicalizada democracia política”- não impedem que todos tenhamos de nos submeter aos ditames da acumulação do capital e às “leis” férreas do mercado. Para a autora, o capitalismo é estruturalmente antitético em face da democracia no sentido socialista e radical de poder pelo povo.”
O sentido radical da democracia, portanto, somente é possível a partir da ruptura com a sociabilidade capitalista, ou seja, constituindo uma economia e cultura socialista, baseada em valores da igualdade, equidade e liberdade, como condição para sujeitos plenos exercerem o poder político para a práxis do processo decisório realmente democrático.
Por isso que no título deste texto colocamos duas questões que estão colocadas como desafio. Nos referimos ao problema central da democracia, ou sua negação que, como afirma Ellen Wood, é o capitalismo, por isso capitalismo é, em essência, contra a democracia e, portanto, dialeticamente, a luta central dos socialista deve ser a da democracia contra o capitalismo.
Por isso a democracia na Venezuela é contra o capitalismo, assim como projetos de democracia econômica ( economia solidária de caráter socialista) , democracia participativa ( OP) são, em essência, práxis democráticas contra o capitalismo. Ampliar e fortalecer s essas práticas nas brechas do sistema é a principal ação contra-hegemonica dos socialistas na atualidade.
[1] WOOD, Ellen Meiksins Wood. Democracia contra capitalismo. A renovação do materialismo histórico. São Paulo: Boitempo, 2003.
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Palestra de Hebe de Bonafini ( Madre de la Plaza de maio) no interior de uma empresa recuperada na Argentina. Muitas dessas empresas transformaram-se em cooperativas autogestionárias, experiência que se multiplicou pela América Latina apartir dos final da década de 1990.La Cooperativa como Escuela de Socialismo
Por: Yndamiro Restano
Fecha de publicación: 04/11/07
El paso de la mal llamada masa a sociedad conciente puede ser impulsado con el sistema cooperativo a nivel de naciones y en un segundo grado, a niveles regionales. Personalmente, digo mal llamada masa porque pienso que este término es irreal, despectivo y elitista. Incluso, cuando nos referimos a las hileras de obreros que Martí describe en sus escenas norteamericanas o en el caso de los aturdidos explotados de hoy que viven compulsados por el consumismo. Por supuesto, de la misma manera no son masas sino seres humanos los millones de hombres, mujeres y niños que hoy mueren de hambre en este mundo capitalista o los que son asesinados por las bombas y la violencia que genera el expansionismo avaricioso del capital. Y todo este genocidio producido por la monopolización ahora tiene que asumirlo el capitalismo. Especialmente, desde la destrucción de la Unión Soviética por la acción combinada de la burocracia estalinista y la plutocracia del sistema mundo. Por lo tanto, en Cuba y ahora en Venezuela y pienso que en general, ya se debe cambiar ese término de masas por el de sociedad, la cual es un organismo vivo en proceso de concientización. Quien lo dude, que estudie el proceso cubano o el bolivariano para que se percate de la inteligencia social.De cualquier manera, más allá de conceptos y problemas semánticos, quiero entrar en el tema de las cooperativas y su importancia en la construcción de la próxima civilización socialista. Precisamente porque el movimiento cooperativista más que una estructura económica es una asociación de seres humanos. Las cooperativas son escuelas de socialismo y ellas, en su propio desempeño, cortan la reproducción ideológica y económica del capitalismo. La educacion socialista que es la base de la formación de hombres libres, creativos y solidarios, se desenvuelve en las escuelas a nivel teórico y en la praxis social como escenario. Es decir, el hombre busca la verdad irremediablemente porque tiene fe que existe. Y la crea, la piensa y la pone a prueba en la praxis. Sin reflexión a partir de la praxis para ajustar las hipótesis intuitivas; no hay verdad sino dogma. Pues no se escucha la voz de la realidad sino se trata de ajustar la realidad a esquemas preconcebidos e immutables. La construcción de la sociedad socialista es en el fondo la desalienación del hombre y el desarrollo pleno de todo su potencial humano. En este empeño las cooperativas son escuelas de socialismo y demuestran que el capitalismo es sustituible. En primer lugar porque no hay salario ni patrón en las cooperativas. En Segundo lugar porque la mentalidad del cooperativista se transforma en sentido solidario mediante la propia praxis de la cooperacion.Robert Owen al decir de Marx sembró la semilla del cooperativismo en Inglaterra. Hoy en más de cien países existen 800 millones de cooperativistas. Por supuesto, en muchos de estos países las cooperativas no cuentan con el apoyo del sistema, pues en muchas ocasiones son esfuerzos aislados dentro de un contexto capitalistas: Pero funcionan y son importantes. Sin embargo, en el caso de nosotros, los cubanos, que estamos empeñados en construir la Nueva Civilización Socialista, así como en general en Venezuela y los países del ALBA, un movimiento cooperativista pujante puede convertirse en un gran movimiento educativo de autogestión y autoliberación social dentro de una praxis de mejoramiento humano. En 1844 veintiocho tejedores de Rochdale con sus ahorros alquilaron un local, el cual convirtieron en almacen, al mismo tiempo que lo utilizaban para realizar sus reuniones. Había nacido una asociación de seres humanos, que necesitaban trabajar para satisfacer sus necesidades espirituales y materiales. La explotación del hombre por el hombre había recibido un golpe mortal. Todo parece indicar que aquellos 28 tejedores no eran masas sino seres humanos que con su espíritu, su mente y su acción solidaria demostraban que el trabajo esclavo podia quedar atrás.
El paso de la mal llamada masa a sociedad conciente puede ser impulsado con el sistema cooperativo a nivel de naciones y en un segundo grado, a niveles regionales. Personalmente, digo mal llamada masa porque pienso que este término es irreal, despectivo y elitista. Incluso, cuando nos referimos a las hileras de obreros que Martí describe en sus escenas norteamericanas o en el caso de los aturdidos explotados de hoy que viven compulsados por el consumismo. Por supuesto, de la misma manera no son masas sino seres humanos los millones de hombres, mujeres y niños que hoy mueren de hambre en este mundo capitalista o los que son asesinados por las bombas y la violencia que genera el expansionismo avaricioso del capital. Y todo este genocidio producido por la monopolización ahora tiene que asumirlo el capitalismo. Especialmente, desde la destrucción de la Unión Soviética por la acción combinada de la burocracia estalinista y la plutocracia del sistema mundo. Por lo tanto, en Cuba y ahora en Venezuela y pienso que en general, ya se debe cambiar ese término de masas por el de sociedad, la cual es un organismo vivo en proceso de concientización. Quien lo dude, que estudie el proceso cubano o el bolivariano para que se percate de la inteligencia social.De cualquier manera, más allá de conceptos y problemas semánticos, quiero entrar en el tema de las cooperativas y su importancia en la construcción de la próxima civilización socialista. Precisamente porque el movimiento cooperativista más que una estructura económica es una asociación de seres humanos. Las cooperativas son escuelas de socialismo y ellas, en su propio desempeño, cortan la reproducción ideológica y económica del capitalismo. La educacion socialista que es la base de la formación de hombres libres, creativos y solidarios, se desenvuelve en las escuelas a nivel teórico y en la praxis social como escenario. Es decir, el hombre busca la verdad irremediablemente porque tiene fe que existe. Y la crea, la piensa y la pone a prueba en la praxis. Sin reflexión a partir de la praxis para ajustar las hipótesis intuitivas; no hay verdad sino dogma. Pues no se escucha la voz de la realidad sino se trata de ajustar la realidad a esquemas preconcebidos e immutables. La construcción de la sociedad socialista es en el fondo la desalienación del hombre y el desarrollo pleno de todo su potencial humano. En este empeño las cooperativas son escuelas de socialismo y demuestran que el capitalismo es sustituible. En primer lugar porque no hay salario ni patrón en las cooperativas. En Segundo lugar porque la mentalidad del cooperativista se transforma en sentido solidario mediante la propia praxis de la cooperacion.Robert Owen al decir de Marx sembró la semilla del cooperativismo en Inglaterra. Hoy en más de cien países existen 800 millones de cooperativistas. Por supuesto, en muchos de estos países las cooperativas no cuentan con el apoyo del sistema, pues en muchas ocasiones son esfuerzos aislados dentro de un contexto capitalistas: Pero funcionan y son importantes. Sin embargo, en el caso de nosotros, los cubanos, que estamos empeñados en construir la Nueva Civilización Socialista, así como en general en Venezuela y los países del ALBA, un movimiento cooperativista pujante puede convertirse en un gran movimiento educativo de autogestión y autoliberación social dentro de una praxis de mejoramiento humano. En 1844 veintiocho tejedores de Rochdale con sus ahorros alquilaron un local, el cual convirtieron en almacen, al mismo tiempo que lo utilizaban para realizar sus reuniones. Había nacido una asociación de seres humanos, que necesitaban trabajar para satisfacer sus necesidades espirituales y materiales. La explotación del hombre por el hombre había recibido un golpe mortal. Todo parece indicar que aquellos 28 tejedores no eran masas sino seres humanos que con su espíritu, su mente y su acción solidaria demostraban que el trabajo esclavo podia quedar atrás.
texto pescado de http://www.aporrea.org/
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Construir o socialismo a partir da institucionalidade burguesa continua sendo o grande desafio. A experiência de Allende no Chile e o processo em curso na Venezuela comprovam isso.A LUTA PELO SOCIALISMO DO SÉCULO XXI CONTINUA
“…Sepan administrar su victoria, mírenla bien matemáticamente. No es que se la doy, ustedes se la han ganado, pero esa victoria pírrica yo no la hubiese querido, no de esta manera. Estamos hechos para una batalla larga. Como lo dije el 4 de febrero de 1992, por ahora no pudimos, yo así, ante ustedes cumplo con el compromiso de respetar nuestras instituciones”.
Presidente Hugo Chavez, 03/12/07
A grande mídia conservadora, os partidos da direita, o grande empresariado, Bush, a direita no mundo todo, os burgueses da Venezuela, esses foram os vencedores do Plebiscito sobre as reformas constitucionais realizado ontem na Venezuela. O grande perdedor foi o povo pobre da Venezuela. A revolução socialista bolivariana sofreu um revés mas não uma derrota definitiva. O passo a frente que seria dado a partir do conjunto de modificações na constituição de 1999 foi adiado.
O que ocorreu na Venezuela ontem demostrou o enorme poder que a burguesia detém naõ apenas na Venezuela mas na América Latina. O poder midiático que é o principal instrumento do poder econômico conseguiu, a partir de mentiras e manipulações criar um quadro inverso da realidade. Quem patrocinava uma das formas mais democráticas de decisão que é o plebiscito era o "ditador que queria perpetuar-se no poder" enquanto que aqueles que eram contra a democratização dos meios de comunicação, contra as novas formas de poder popular, dos direitos sociais eram os "democratas", os mesmos que boicotaram as últimas eleições parlamentares e apoiaram a tentativa fracassada de golpe contra Cháves em 2002. O poder da mídia é tal que a realidade apresentada é irreal.
“…Sepan administrar su victoria, mírenla bien matemáticamente. No es que se la doy, ustedes se la han ganado, pero esa victoria pírrica yo no la hubiese querido, no de esta manera. Estamos hechos para una batalla larga. Como lo dije el 4 de febrero de 1992, por ahora no pudimos, yo así, ante ustedes cumplo con el compromiso de respetar nuestras instituciones”.
Presidente Hugo Chavez, 03/12/07
A grande mídia conservadora, os partidos da direita, o grande empresariado, Bush, a direita no mundo todo, os burgueses da Venezuela, esses foram os vencedores do Plebiscito sobre as reformas constitucionais realizado ontem na Venezuela. O grande perdedor foi o povo pobre da Venezuela. A revolução socialista bolivariana sofreu um revés mas não uma derrota definitiva. O passo a frente que seria dado a partir do conjunto de modificações na constituição de 1999 foi adiado.
O que ocorreu na Venezuela ontem demostrou o enorme poder que a burguesia detém naõ apenas na Venezuela mas na América Latina. O poder midiático que é o principal instrumento do poder econômico conseguiu, a partir de mentiras e manipulações criar um quadro inverso da realidade. Quem patrocinava uma das formas mais democráticas de decisão que é o plebiscito era o "ditador que queria perpetuar-se no poder" enquanto que aqueles que eram contra a democratização dos meios de comunicação, contra as novas formas de poder popular, dos direitos sociais eram os "democratas", os mesmos que boicotaram as últimas eleições parlamentares e apoiaram a tentativa fracassada de golpe contra Cháves em 2002. O poder da mídia é tal que a realidade apresentada é irreal.
O próprio processo do plebsicito de domingo, principalmente após o resultado contrário as reformas, desmascarou as mentiras e manipulações da direita em relação a Chavez. A demonstração do compromisso com a democracia e com as instituições é inequívoco. Tão logo saiu o resultado, Chavez reconheceu a vitória do Não e saudou a democracia Venezuela, que deu mais uma demonstração cabal ao mundo que as grandes questões relativas a um povo somente devem ser definidas por este próprio povo. Ao contrário das pseudo “democracias clássicas” no qual o povo é substituído por “representantes” que pouco ou nada fazem em favor do povo que dizem representar.
A fúria da direita, suas manipulações midiáticas, recursos financeiros para barrar o processo de reformas pode ser explicado pelos conteúdos da reforma. A reforma constitucional que foi proposta por Chávez, expressava um projeto que traria profundas transformações políticas e fundamentalmente econômicas na Venezuela, com novas formas de poder e propriedade. Ainda que as reformas não buscassem uma socialização dos bens de produção, que seria a característica básica de um modelo socialista "clássico", procurava construir um novo poder constitucional, o poder popular, através de "conselhos comunais" e organizações de base que teriam atribuições de gestão e verbas para usar. O poder popular, propõe-se a instituir as "comunas", "células sociais de território", que poderão ser formadas por trabalhadores, estudantes, artesãos, mulheres, jovens, idosos, e cujos poderes poderão ser autônomos, inclusive acima dos governadores e prefeitos atuais. As comunas de poder popular poderiam erguer obras, criar empresas, explorar recursos. A propriedade privada continuaria garantida, mas surgiria a propriedade social ou comunitária, em vários formatos. Em sua essência a reforma avançava na construição de um novo modelo definido, em alguns parágrafos do documento, como "socialista", e em outros, como "humanista". Os pontos mais relevantes são os relativos à economia. Seus principais aspectos são o inicio de um processo de grande transferência de recursos e bens no país . Além das novas formas de propriedade (social e comunitária), a gestão de empresas por trabalhadores também teria suporte constitucional. As empresas recuperadas por trabalhadores assim como empresas autogestionárias e cooperativas de produção, ou seja, as formas conhecidas como economia popular e solidária teriam incentivos financeiros e apoio do Estado. Isso possibilitaria a criação de um setor econômico alternativo às empresas capitalistas. Por isso as mudanças econômicas constituíram-se no principal alvo dos empresários venezuelanos. Mesmo que a propriedade privada continuasse seria submetida à possibilidade de expropriação, em função de interesses coletivos e sociais, em cujo caso estarão previstas as indenizações a serem fixadas pela lei e pela Justiça. Essa medida se completa com a proibição dos monopólios e latifúndios. Em relação a política monetária a reforma reservava à presidência a prerrogativa de definição das políticas , acabando com a autonomia do Banco Central, ou seja, a política econômica não estaria a serviço do “mercado” mas sim aos interesses da maioria da população trabalhadora. No campo dos direitos sociais, a reforma mais significativa era a relativa a a redução da jornada de trabalho (para seis horas) e a extensão do seguro social a trabalhadores informais (que, segundo o governo, somam 5 milhões na Venezuela).
Como este tema, da ampliação do poder popular
Esse conteúdo revolucionário foi e é a questão central do combate da direita ao governo pois é a possibilidade concreta de perder mais espaços para a auto-organização dos trabalhadores e transformar a economia no sentido da democratização e socialização das riquezas produzidas pelos próprios trabalhadores.
A direita venezuelana contando com o apoio de universitários, na maioria de classes médias e altas, estiveram bastante ativos na oposição à reforma. Eles combateram o conjunto do projeto. A reeleição continuada do presidente foi o principal argumento que utilizaram principalmente para esconder os reais temores da burguesia.
A vitória apertada do NÃO, com cerca da metade dos votantes, demonstra que o projeto revolucionário bolivariano sofreu um revés em uma batalha, mas ainda tem muita força na guerra permanente contra as desigualdades, as misérias, o egoísmo e a violência, que caracterizam o sistema capitalista.
A luta continua
Hasta la victória siempre
A fúria da direita, suas manipulações midiáticas, recursos financeiros para barrar o processo de reformas pode ser explicado pelos conteúdos da reforma. A reforma constitucional que foi proposta por Chávez, expressava um projeto que traria profundas transformações políticas e fundamentalmente econômicas na Venezuela, com novas formas de poder e propriedade. Ainda que as reformas não buscassem uma socialização dos bens de produção, que seria a característica básica de um modelo socialista "clássico", procurava construir um novo poder constitucional, o poder popular, através de "conselhos comunais" e organizações de base que teriam atribuições de gestão e verbas para usar. O poder popular, propõe-se a instituir as "comunas", "células sociais de território", que poderão ser formadas por trabalhadores, estudantes, artesãos, mulheres, jovens, idosos, e cujos poderes poderão ser autônomos, inclusive acima dos governadores e prefeitos atuais. As comunas de poder popular poderiam erguer obras, criar empresas, explorar recursos. A propriedade privada continuaria garantida, mas surgiria a propriedade social ou comunitária, em vários formatos. Em sua essência a reforma avançava na construição de um novo modelo definido, em alguns parágrafos do documento, como "socialista", e em outros, como "humanista". Os pontos mais relevantes são os relativos à economia. Seus principais aspectos são o inicio de um processo de grande transferência de recursos e bens no país . Além das novas formas de propriedade (social e comunitária), a gestão de empresas por trabalhadores também teria suporte constitucional. As empresas recuperadas por trabalhadores assim como empresas autogestionárias e cooperativas de produção, ou seja, as formas conhecidas como economia popular e solidária teriam incentivos financeiros e apoio do Estado. Isso possibilitaria a criação de um setor econômico alternativo às empresas capitalistas. Por isso as mudanças econômicas constituíram-se no principal alvo dos empresários venezuelanos. Mesmo que a propriedade privada continuasse seria submetida à possibilidade de expropriação, em função de interesses coletivos e sociais, em cujo caso estarão previstas as indenizações a serem fixadas pela lei e pela Justiça. Essa medida se completa com a proibição dos monopólios e latifúndios. Em relação a política monetária a reforma reservava à presidência a prerrogativa de definição das políticas , acabando com a autonomia do Banco Central, ou seja, a política econômica não estaria a serviço do “mercado” mas sim aos interesses da maioria da população trabalhadora. No campo dos direitos sociais, a reforma mais significativa era a relativa a a redução da jornada de trabalho (para seis horas) e a extensão do seguro social a trabalhadores informais (que, segundo o governo, somam 5 milhões na Venezuela).
Como este tema, da ampliação do poder popular
Esse conteúdo revolucionário foi e é a questão central do combate da direita ao governo pois é a possibilidade concreta de perder mais espaços para a auto-organização dos trabalhadores e transformar a economia no sentido da democratização e socialização das riquezas produzidas pelos próprios trabalhadores.
A direita venezuelana contando com o apoio de universitários, na maioria de classes médias e altas, estiveram bastante ativos na oposição à reforma. Eles combateram o conjunto do projeto. A reeleição continuada do presidente foi o principal argumento que utilizaram principalmente para esconder os reais temores da burguesia.
A vitória apertada do NÃO, com cerca da metade dos votantes, demonstra que o projeto revolucionário bolivariano sofreu um revés em uma batalha, mas ainda tem muita força na guerra permanente contra as desigualdades, as misérias, o egoísmo e a violência, que caracterizam o sistema capitalista.
A luta continua
Hasta la victória siempre
sábado, 1 de dezembro de 2007

"LOS PERROS LADRAN, SANCHO, SEÑAL QUE CABALGAMOS"
Don Quijote de la Mancha
SI-SI POR LA REVOLUCIÓN
O que está em jogo na Venezuela Bolivariana? Por que a direita em todo o mundo cerra fileiras para demonizar Chavez?
Simplesmente porque cada passo adiante, cada avanço, cada vitória nesse processo é uma derrota para a direita, essa é a verdade, isso é o que está em jogo.
O texto abaixo sacado de http://www.aporrea.org/ discorre sobre esse processo
Mensaje a un o una indecis@
Por: Dany Di Fazio V. Fecha de publicación: 01/12/07
Es propicia la ocasión, para expresar algunas reflexiones en torno a la Reforma Constitucional que va a consulta vía Referéndum el próximo 2 de Diciembre.Efectivamente, la lectura de la Reforma que propone el Líder del Proceso Revolucionario, Cmte. Hugo Chávez, permite valorar aspectos que van a profundizar el proceso de transformación de carácter social, mas como herramienta que como cambio en si mismo, permitirá mediante un proceso dialectico generar el marco de contradicciones necesarias para ir logrando mayores niveles de profundización del Socialismo, principal propuesta formal en el último proceso de elecciones presidenciales.Resaltar el hecho de que es mas una herramienta que el cambio en sí, es resaltar que la Reforma viene a reconocer varios actos constituyentes, tales como las Misiones ante un aparato de Estado en franca contradicción y muchas veces en confrontación con la Revolución, la Organización del Pueblo en la base mediante las semillas de las Comunas, la soberanía en los recursos energéticos que de alguna manera se viene incrementando mediante los procesos de control accionario y operacional de todas las operaciones petroleras y gasíferas y así un largo etcétera, es decir, que la Reforma viene a dar legitimidad a los hechos constituyentes emanados de un Pueblo directamente, es decir del Poder y ejerciendo el poder constituyente originario, no reconocer este hecho es un acto de gran mezquindad y miopía.Así como viene a ser un instrumento que reconoce y dar formalidad a los hechos y actos Revolucionarios de un Pueblo, mediante un Gobierno, y fundamentalmente el Líder, que es palanca promotora de dichos actos; de esta misma manera esta Reforma da génesis a una parte importante de un Nuevo Estado de Carácter Socialista y le da así carácter constitucional ¡na’tan guena!...Sin embargo, además de ello, también sirve para algo de suma importancia, ERRADICAR una serie de GAZAPOS que nos dejo la Asamblea Constituyente donde estuvieron personajes con amplio poder de influencia (y de traición) tales como Luis Miquilena, Alfredo Peña o Marisabel Rodríguez; recordemos su posicionamiento y así podríamos tener una idea del carácter que pudieron impulsar este tipo de traidores, un ejemplo lo es el Art. 301, que como bien lo señalan en forma oportuna Agustín Calzadilla y Luis Britto García, es el reconocimiento FORMAL o CONSTITUCIONAL del ALCA en la República Bolivariana de Venezuela, invito a leer dicho Articulo y el Articulo 301 propuesto en la Reforma, y te darás cuenta de que efectivamente se elimina dicha posibilidad en forma constitucional.Artículos de la Reforma como el 301, solo como un ejemplo, son los que han generado este drama mediático y esta furia de mentiras y engaños por parte de los defensores del sistema capitalista y representantes de la mas rancia oligarquía criolla es decir la Oposición Burguesa, que si el riesgo sobre la propiedad privada y todo el show montado sobre la expropiación por parte del Estado de, desde los carritos de perros calientes…, o el de la Patria Potestad de tus hijos, o la pérdida de espacios de Gobernaciones y Alcaldías… ¡Show puro Show! Como dijo el Quijote: “Los perros ladran, Sancho, señal que cabalgamos”.Es así, como sin profundizar en cada uno de los elementos propuestos que han sido ampliamente difundidos, que se hace necesario seguir el camino trazado en forma INEQUIVOCA, y votar SI – SI, y tener conciencia plena de que no es un fin, sino un medio para poder seguir transitando el camino de un proceso de Transformación Social de Carácter Revolucionario, cuyo carácter progresista viene tomando elementos novedosos emanados de la sabiduría popular, que se ha sabido ir tejiendo estos con planteamientos y concepciones emanadas de grandes clásicos, y que así se ha venido gestando el Socialismo Bolivariano, el nuestro, el Venezolano y que tanto preocupa a los promotores del neoliberalismo o mas bien, ante el rotundo fracaso de éste, del Post Neoliberalismo, con estos factores no existe ningún elemento de negociación, de conciliación eso si sería un retroceso grave, la restauración es un gravísimo retroceso no solo para nosotros como País, sino para Latinoamérica como Nación, y mas allá para el Mundo como Esperanza Libertaria y Alternativa a los Planes de la instauración de la Globalización como elemento de la nueva colonización Capitalista, no de la Globalización Humanista y Solidaria para salvar al mundo de la vorágine que se le presenta.Así que basta pensar seriamente en estos argumentos que humildemente expongo, entre muchos otros, para no dudar en ir a Votar, no se puede confundir algún tipo de decepción, frustración o rabia con un Estado que es Burgués en su esencia, como tantas veces lo ha resaltado el Presidente Chávez, no puedes dejar de pensar que los principales argumentos que se puedan esgrimir son abordados con entereza y decisión y que te conviertes en un factor importante para la construcción del Nuevo Estado Socialista, que las Espadas contra la Corrupción y contra el Burocratismo siguen desenfundadas, y mas bien la Reforma representa que no solo descansarán en la mano del Presidente sino en tus manos, en las manos del Poder Popular y que seguimos ejerciendo el Poder Constituyente Originario, y mas bien profundizarlo y extenderlo.Como se puede observar no hay ningún elemento para dudar en masivamente respaldar la opción del SI – SI, debemos hacer un esfuerzo masivo en combatir la abstención propia de este tipo de consultas, un esfuerzo desde las bases es fundamental en este momento.¡EJERCE EL PODER POPULAR! ¡VOTEMOS SI – SI!¡PATRIA, SOCIALISMO O MUERTE! ¡VENCEREMOS!
Don Quijote de la Mancha
SI-SI POR LA REVOLUCIÓN
O que está em jogo na Venezuela Bolivariana? Por que a direita em todo o mundo cerra fileiras para demonizar Chavez?
Simplesmente porque cada passo adiante, cada avanço, cada vitória nesse processo é uma derrota para a direita, essa é a verdade, isso é o que está em jogo.
O texto abaixo sacado de http://www.aporrea.org/ discorre sobre esse processo
Mensaje a un o una indecis@
Por: Dany Di Fazio V. Fecha de publicación: 01/12/07
Es propicia la ocasión, para expresar algunas reflexiones en torno a la Reforma Constitucional que va a consulta vía Referéndum el próximo 2 de Diciembre.Efectivamente, la lectura de la Reforma que propone el Líder del Proceso Revolucionario, Cmte. Hugo Chávez, permite valorar aspectos que van a profundizar el proceso de transformación de carácter social, mas como herramienta que como cambio en si mismo, permitirá mediante un proceso dialectico generar el marco de contradicciones necesarias para ir logrando mayores niveles de profundización del Socialismo, principal propuesta formal en el último proceso de elecciones presidenciales.Resaltar el hecho de que es mas una herramienta que el cambio en sí, es resaltar que la Reforma viene a reconocer varios actos constituyentes, tales como las Misiones ante un aparato de Estado en franca contradicción y muchas veces en confrontación con la Revolución, la Organización del Pueblo en la base mediante las semillas de las Comunas, la soberanía en los recursos energéticos que de alguna manera se viene incrementando mediante los procesos de control accionario y operacional de todas las operaciones petroleras y gasíferas y así un largo etcétera, es decir, que la Reforma viene a dar legitimidad a los hechos constituyentes emanados de un Pueblo directamente, es decir del Poder y ejerciendo el poder constituyente originario, no reconocer este hecho es un acto de gran mezquindad y miopía.Así como viene a ser un instrumento que reconoce y dar formalidad a los hechos y actos Revolucionarios de un Pueblo, mediante un Gobierno, y fundamentalmente el Líder, que es palanca promotora de dichos actos; de esta misma manera esta Reforma da génesis a una parte importante de un Nuevo Estado de Carácter Socialista y le da así carácter constitucional ¡na’tan guena!...Sin embargo, además de ello, también sirve para algo de suma importancia, ERRADICAR una serie de GAZAPOS que nos dejo la Asamblea Constituyente donde estuvieron personajes con amplio poder de influencia (y de traición) tales como Luis Miquilena, Alfredo Peña o Marisabel Rodríguez; recordemos su posicionamiento y así podríamos tener una idea del carácter que pudieron impulsar este tipo de traidores, un ejemplo lo es el Art. 301, que como bien lo señalan en forma oportuna Agustín Calzadilla y Luis Britto García, es el reconocimiento FORMAL o CONSTITUCIONAL del ALCA en la República Bolivariana de Venezuela, invito a leer dicho Articulo y el Articulo 301 propuesto en la Reforma, y te darás cuenta de que efectivamente se elimina dicha posibilidad en forma constitucional.Artículos de la Reforma como el 301, solo como un ejemplo, son los que han generado este drama mediático y esta furia de mentiras y engaños por parte de los defensores del sistema capitalista y representantes de la mas rancia oligarquía criolla es decir la Oposición Burguesa, que si el riesgo sobre la propiedad privada y todo el show montado sobre la expropiación por parte del Estado de, desde los carritos de perros calientes…, o el de la Patria Potestad de tus hijos, o la pérdida de espacios de Gobernaciones y Alcaldías… ¡Show puro Show! Como dijo el Quijote: “Los perros ladran, Sancho, señal que cabalgamos”.Es así, como sin profundizar en cada uno de los elementos propuestos que han sido ampliamente difundidos, que se hace necesario seguir el camino trazado en forma INEQUIVOCA, y votar SI – SI, y tener conciencia plena de que no es un fin, sino un medio para poder seguir transitando el camino de un proceso de Transformación Social de Carácter Revolucionario, cuyo carácter progresista viene tomando elementos novedosos emanados de la sabiduría popular, que se ha sabido ir tejiendo estos con planteamientos y concepciones emanadas de grandes clásicos, y que así se ha venido gestando el Socialismo Bolivariano, el nuestro, el Venezolano y que tanto preocupa a los promotores del neoliberalismo o mas bien, ante el rotundo fracaso de éste, del Post Neoliberalismo, con estos factores no existe ningún elemento de negociación, de conciliación eso si sería un retroceso grave, la restauración es un gravísimo retroceso no solo para nosotros como País, sino para Latinoamérica como Nación, y mas allá para el Mundo como Esperanza Libertaria y Alternativa a los Planes de la instauración de la Globalización como elemento de la nueva colonización Capitalista, no de la Globalización Humanista y Solidaria para salvar al mundo de la vorágine que se le presenta.Así que basta pensar seriamente en estos argumentos que humildemente expongo, entre muchos otros, para no dudar en ir a Votar, no se puede confundir algún tipo de decepción, frustración o rabia con un Estado que es Burgués en su esencia, como tantas veces lo ha resaltado el Presidente Chávez, no puedes dejar de pensar que los principales argumentos que se puedan esgrimir son abordados con entereza y decisión y que te conviertes en un factor importante para la construcción del Nuevo Estado Socialista, que las Espadas contra la Corrupción y contra el Burocratismo siguen desenfundadas, y mas bien la Reforma representa que no solo descansarán en la mano del Presidente sino en tus manos, en las manos del Poder Popular y que seguimos ejerciendo el Poder Constituyente Originario, y mas bien profundizarlo y extenderlo.Como se puede observar no hay ningún elemento para dudar en masivamente respaldar la opción del SI – SI, debemos hacer un esfuerzo masivo en combatir la abstención propia de este tipo de consultas, un esfuerzo desde las bases es fundamental en este momento.¡EJERCE EL PODER POPULAR! ¡VOTEMOS SI – SI!¡PATRIA, SOCIALISMO O MUERTE! ¡VENCEREMOS!
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